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Avaliação dos efeitos de aloe-emodin em células uroteliais cultivadas in vitro

Processo: 12/25367-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2013
Vigência (Término): 31 de março de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Deilson Elgui de Oliveira
Beneficiário:Marina Araújo Naves
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Transformação celular neoplásica   Apoptose

Resumo

A aloe vera (Aloe barbadensis Miller), popularmente conhecida como babosa, tem um longo histórico de uso como planta medicinal para diversos fins terapêuticos. Componentes do extrato da planta estão presentes em diversos produtos para consumo humano, principalmente nutricionais e da área cosmética. No entanto, estudos também sugerem que o extrato dessa planta também possui atividade cancerígena. O extrato da aloe vera é uma mistura complexa de compostos bioativos e o estudo de seus compostos isolados pode auxiliar na elucidação dos efeitos contraditórios relacionados ao consumo da planta, bem como seus mecanismos de ação. Dentre esses compostos destaca-se o aloe-emodin, metabólito secundário formado no trato intestinal e que tem sido relacionado com as possíveis ações antimicrobianas e antitumorais da planta. Estudos indicam possível exposição de células uroteliais ao aloe emodin, mas apenas um estudo identificado na literatura avalia seus efeitos em células uroteliais e sugere que o aloe emodin inibe a viabilidade de células neoplásicas T24 induzindo apoptose. Como não há informações suficientes os efeitos do aloe emodin em células uroteliais, o presente estudo visa avaliar a hipótese de que o tratamento com aloe emodin modifica o comportamento de outras linhagens de células uroteliais cultivadas in vitro. Para isso, será determinado a IC50 de exposição in vitro de aloe emodin para células uroteliais humanas não neoplásica (1T1) e neoplásicas malignas (SW780, TCCSUP). Adicionalmente, as taxas de proliferação celular e de apoptose dessas linhagens serão avaliadas, analisando eventuais diferenças no comportamento in vitro de células uroteliais tratadas com aloe emodin em relação às células não tratadas e as diferenças entre as linhagens estudadas.

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