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Coleta de topótipos, características e diagnóstico bioecológico da ictiofauna da Bacia do Rio Piracicaba, estado de São Paulo

Processo: 13/03891-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de abril de 2013
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Julio Cesar Garavello
Beneficiário:Tales de Assis Pedroso
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/50213-5 - Constituição de uma coleção de topótipos das espécies de peixes da Bacia Hidrográfica do Alto Paraná, rios Paraná, Tietê, Grande, Paranaíba e Paranapanema, para fins de estudos moleculares e reestruturação da coleção ictiológica do Laboratório de Ictiologia Sistemática da UFSCar, AP.BTA.R
Assunto(s):Ictiologia   Ictiofauna   Rio Piracicaba

Resumo

O rio Piracicaba, localizado na bacia do rio Tietê já conta com século e meio de investigações científicas que já lhe propiciaram o conhecimento de boa parte de sua ictiofauna. Estudos anteriores mostraram que o rio Piracicaba tem as suas espécies de peixes relativamente bem conhecidos porem as localidades-tipo, inclusive de seus tributários menores não se encontram neste estado de conhecimento, necessitando de um maior esforço de pesquisa para a coleta de topotipos e a aquisição deste conhecimento. Por extensão pode-se inferir que os rios Jaguari e Atibaia, os rios formadores do rio Piracicaba se encontram nesta mesma condição de conhecimento. O rio Piracicaba desenha sua drenagem em uma sequência de rochas metamórficas de idades muito antigas que remontam à Era Mesozóica, tendo sido mais tarde, parcialmente coberta por sedimentos Quaternários e por Aluviões Recentes como sua bacia mãe do rio Tiete. Por isso mesmo, afigura-se para a ictiologia como uma drenagem de origem relativamente antiga. Entretanto, a bacia hidrográfica do rio Piracicaba, carece de uma publicação específica que venha a atualizar o registro de sua ictiofauna, onde as espécies comerciais se destacariam e mereceriam um especial enfoque conservativo. As contribuições mais importantes e que incluíram peixes do rio Piracicaba foram feitas por autores brasileiros, como Hermann Von Ihering do antigo Museu Paulista e Alípio Miranda Ribeiro do Museu Nacional Rio de Janeiro. Ihering associado a Charles Tate Regan do Museu Britânico, deram a conhecer uma quantidade razoável de espécies de peixes principalmente de "cascudos" do gênero Hypostomus, descritas principalmente da bacia dos rios Piracicaba e Sorocaba. Ao rio Piracicaba restaram as descrições de espécies e estudos mais recentes ainda, produzidos por cientistas da Unicamp e Unesp, instituições nas quais os acervos se encontram depositados. (AU)