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Mecanismos redox associados à externalização da dissulfeto isomerase proteica (PDI) na superfície celular: potenciais implicações no remodelamento vascular

Processo: 13/04334-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2013
Vigência (Término): 31 de março de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Francisco Rafael Martins Laurindo
Beneficiário:Mateus Zapparoli Claro
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:09/54764-6 - Regulação da homeostase redox e resposta integrada a estresse pela dissulfeto isomerase protéica (PDI): mecanismos e papel na fisiopatologia e terapêutica de doenças vasculares, AP.TEM
Assunto(s):NADPH oxidase   Células endoteliais   Cardiologia   Doenças vasculares

Resumo

A dissulfeto isomerase proteica (PDI) é uma chaperona redox do retículo endoplasmático, da superfamília da tiorredoxina. Nosso grupo mostrou previamente que PDI se associa ao complexo NADPH oxidase e regula sua função, estando implicada em eventos como migração de células musculares lisas. Além disso, PDI pode se translocar para o compartimento epi ou pericelular (epcPDI), no qual está relacionada à alteração do estado redox de diversas proteínas de membrana/secretadas regulando desde função plaquetária, trombose, adesão celular até infecção viral. Nosso laboratório mostrou ação importante da epcPDI na prevenção do remodelamento constritivo durante reparação vascular a uma lesão. Entender mecanismos de externalização da PDI é deste modo relevante e tem sido abordado em estudos de nosso grupo. A pergunta do presente projeto é se e como a rota de externalização da epcPDI é modulada pelo seu estado redox. Serão utilizados estímulos específicos já validados (ex: ionóforo cálcio e TNF-alfa) para induzir a externalização da PDI em células musculares lisas vasculares ou endoteliais. Nestas situações, a epcPDI será caracterizada quanto ao seu estado redox e capacidade de alterar o estado redox de proteínas da superfície celular. Em paralelo, será investigado se células submetidas a agentes redutores ou oxidantes com distintos graus de permeabilidade a membranas sofrem alterações no nível de externalização da PDI, bem como se há variação no respectivo estado redox da epcPDI. Estes dados comporão com outras observações de nosso grupo no entendimento de vias reguladoras da externalização da epcPDI e sua ação no remodelamento vascular.