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Avaliação da fermentação in vitro das cascas de maracujá e sua atuação na inflamação intestinal

Processo: 12/24262-1
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2013
Vigência (Término): 31 de outubro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição
Pesquisador responsável:Mário Roberto Maróstica Junior
Beneficiário:Cinthia Baú Betim Cazarin
Supervisor no Exterior: Julio Juan Gálvez Peralta
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Local de pesquisa : Universidad de Granada (UGR), Espanha  
Vinculado à bolsa:10/16752-3 - Avaliação do consumo da casca de Passiflora edulis e seu impacto na inflamação intestinal de ratos com colite ulcerativa, BP.DR
Assunto(s):Colite ulcerativa   Inflamação   Fermentação

Resumo

O potencial nutricional e funcional de resíduos da agroindústria tem aumentado ao longo dos anos. Frutas nativas brasileiras como o maracujá apresenta em sua casca elevado teor de fibras e compostos fenólicos. O consumo deste tipo subproduto industrial está diretamente relacionado à diminuição da incidência de doenças crônicas não transmissíveis. O processo de fermentação das fibras dietéticas favorece a modulação da microbiota, em especial o aumento das colônias benéficas de lactobacilos e bifidobactérias. Dentre os produtos finais gerados pelo processo fermentativo estão os ácidos graxos de cadeia (AGCC), que, além de serem utilizados como fonte energética pelos enterócitos apresenta ação anti-inflamatória. Os compostos fenólicos presentes nestes alimentados são excelentes antioxidantes naturais, os quais podem melhorar o status antioxidante in vivo. Em adição estes compostos podem apresentar ainda dentre outros efeitos, ação anti-inflamatória. Neste sentido, a avaliação da fermentação da casca de maracujá in vitro, poderia auxiliar na identificação da concentração ideal para promover a modulação da microbiota e o aumento da produção dos AGCC. Além disso, possibilitaria avaliar a biodisponibilidade de alguns compostos fenólicos presentes na matriz alimentar, assim como o efeito do consumo da casca na modulação de mediadores inflamatórios presentes na colite ulcerativa. (AU)

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