| Processo: | 13/04828-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Angela Maria Victoriano de Campos Soares |
| Beneficiário: | Aline Arruda de Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Células dendríticas Fungicidas Receptores de reconhecimento de padrão Citocinas Peróxido de hidrogênio Paracoccidioidomicose Paracoccidioides brasiliensis |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atividade fungicida | células dendríticas | H2O2 | Paracoccidioides brasiliensis | PRRs | Paracoccidioidomicose |
Resumo A paracoccidioidomicose é uma micose sistêmica causada pelo fungo dimórfico Paracoccidioides brasiliensis. As células fagocitárias desempenham papel central na resistência a esse fungo, tanto como efetoras da atividade fungicida/ fungistática, como moduladoras da resposta inflamatória resultante da sua interação com esse microrganismo. Em relação ao papel efetor dessas células, estudos têm mostrado que neutrófilos, monócitos humanos e macrófagos murinos exercem atividade fungicida contra o P. brasiliensis após a ativação com citocinas como IFN-g, TNF-±, GM-CSF e IL-15. Esse processo envolve a participação dos metabólitos do O2, particularmente a H2O2. As células dendríticas (DCs) são essenciais para o reconhecimento inicial de patógenos e para a indução de uma resposta específica do hospedeiro. Estudos na paracoccidioidomicose têm objetivado avaliar o papel das DCs no reconhecimento inicial do P. brasiliensis e no direcionamento de uma resposta adaptativa contra o fungo. No entanto, de forma semelhante aos macrófagos, monócitos e neutrófilos torna-se interessante avaliar se as DCs desempenham um papel efetor importante contra o fungo. A capacidade das DCs destruírem ou não os microrganismos pode resultar em diferenças na disseminação dos mesmos durante a migração dessas células da periferia até os órgãos linfóides secundários. Neste contexto, o objetivo do presente projeto é avaliar se DCs humanas exercem atividade fungicida contra o P. brasiliensis e se esse processo envolve a ativação do sistema NADPoxidase. Adicionalmente, avaliaremos a participação de diferentes receptores de reconhecimento de estrutura padrão nesse processo, assim como a de citocinas ativadoras como IFN-g e TNF-a. | |
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