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Levantamento de seios maxilares com osso alógeno congelado e osso bovino mineral: estudo tomográfico em humanos

Processo: 12/24585-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2013
Vigência (Término): 31 de março de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Samuel Porfirio Xavier
Beneficiário:Amanda Cristina Raspa
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Seio maxilar   Bio-Oss   Transplante homólogo   Implantodontia

Resumo

A utilização de osso alógeno em cirurgias pré-implantares é reconhecida por apresentar algumas vantagens em relação à enxertia autógena. Além de evitar a necessidade de sítios doadores e morbidade pós-operatória, diminui o tempo cirúrgico e não proporciona limitações quanto ao volume ósseo requerido para reconstruir o defeito. A utilização de materiais auxiliares na manutenção deste tipo de enxerto, como o osso bovino mineral (Bio-Oss®), um composto capaz de reduzir de maneira significativa a reabsorção do enxerto e de manter o volume para otimizar a instalação de implantes, pode ser de grande valia ao tratamento. O objetivo deste estudo é avaliar o comportamento volumétrico de enxertos alógenos congelados córtico-medulares triturados associados ou não ao osso mineral bovino (Bio-Oss®), em técnicas de levantamento de seio maxilar em humanos. Neste estudo do tipo prospectivo, randomizado, tipo série de casos, comparativo, serão operados 30 seios maxilares de pacientes de ambos os sexos na Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto - USP, que apresentem um rebordo ósseo residual com altura máxima de 3 mm na região de seios maxilares para reconstrução em altura com enxertos "inlay" (levantamento de seio maxilar) prévia à reabilitação por implantes. Os pacientes serão divididos em a) Grupo Controle: Quinze 15 seios maxilares serão enxertados somente com a utilização de osso alógeno e b) Grupo Teste: 15 seios maxilares reabilitados com osso alógeno e Bio-Oss®, na proporção de 2:1. Tomografias computadorizadas serão realizadas nos períodos pós-operatório imediato à cirurgia de enxertia óssea e pós-operatório de 6 meses. As imagens tomográficas serão analisadas no software Mimics 8.13, para avaliação da discrepância entre os volumes dos enxertos nos diferentes tempos cirúrgicos, e o software E-Film, para análise da diferença de densidade óssea dos enxertos nos diferentes tempos cirúrgicos. Os dados da investigação serão submetidos à análise estatística ANOVA. (AU)