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Evolução da lesão renal aguda e crônica em ratos submetidos ao pré-condicionamento físico: participação do endotélio

Processo: 13/06706-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência (Início): 01 de abril de 2013
Vigência (Término): 31 de março de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Heloísa Della Coletta Francescato
Beneficiário:Heloísa Della Coletta Francescato
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/50180-2 - Evolução da lesão renal aguda e crônica em ratos submetidos ao pré-condicionamento físico: participação do endotélio, AP.JP
Assunto(s):Endotélio   Células progenitoras endoteliais   Exercício físico   Óxido nítrico   Inflamação   Fisiologia renal

Resumo

As células progenitoras endoteliais (CPEs) podem participar na regeneração das células endoteliais e na neovascularização por vias diretas ou indiretas. A quantidade de CPEs circulantes é influenciada por vários fatores, como diferentes estágios de doença, medicação, idade ou nível de condicionamento físico e é um preditor da progressão da doença e de eventos cardiovasculares. Estudos clínicos e experimentais realizados durante os últimos 10 anos demonstram claramente que o treinamento físico tem efeitos benéficos na função endotelial e fornecem evidências sólidas de que pode induzir a mobilização das CPEs a partir da medula óssea, influenciando possivelmente a regeneração da camada de células endoteliais. Neste estudo avaliaremos a participação do treinamento físico em modelos experimentais de lesão renal aguda (induzida pela administração de cisplatina) e crônica (modelo de nefrectomia à 5/6), com foco na participação das CPEs na regeneração do endotélio, no processo inflamatório e na evolução da lesão renal observada nesses animais. Ratos Wistar machos, submetidos ou não previamente a treinamento físico em corrida em esteira durante 8 semanas, serão posteriormente injetados com cisplatina (5 mg/kg) ou submetidos à nefrectomia à 5/6. A estrutura e função renal, os níveis de angiotensina II, de TGF (transforming growth factor)-², de MCP-1 (monocyte chemotactic protein 1) e de citocinas pró ou antiinflamatórias [tumoral necrosis factor (TNF)-±, interleucin (IL)-1² e IL-10] no tecido renal e na urina, a função endotelial e os níveis de CPEs serão avaliados 2 e 5 dias após a injeção de cisplatina ou 15, 30 e 90 dias após a nefrectomia.