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Potencial terapêutico de células estromais mesenquimais (MSC) e de pericitos no camundongo SOD1, modelo para Esclerose Lateral Amiotrófica

Processo: 13/03166-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2013
Vigência (Término): 31 de julho de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Mayana Zatz
Beneficiário:Giuliana Castello Coatti
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Pericitos   Células-tronco

Resumo

A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa fatal. Caracteristicamente há depleção na quantidade de neurônios motores bem como existência de quadro inflamatório estabelecido no sistema nervoso central. ELA é uma doença multifatorial e a maioria dos casos são esporádicos. ELA familial compreende 5 a 10% dos casos. Dentre os genes identificados para esta doença está o gene SOD1, que codifica uma importante enzima antioxidante humana, a superóxido dismutase 1. Assim, o camundongo transgênico portador de mutação G93A no gene SOD1, é uma importante ferramenta para os estudos envolvendo ELA. Uma das abordagens estudadas para busca de tratamento para esta doença é a terapia com células tronco. As células estromais mesenquimais (mesenchymal stromal cells - MSC), em especial as derivadas de tecido de cordão umbilical (umbilical cord tissue - UCT) e de tecido adiposo (adipose-derived stromal cells - ASC), são células que possuem capacidade de diferenciar-se em osteócitos, adipócitos, condrócitos in vitro. Apesar de não ter sido comprovado o seu potencial de diferenciação em células neuronais, outra maneira provável de atuação destas células no tratamento de diversas doenças seria por meio da modulação da resposta inflamatória e estresse oxidativo. A avaliação do potencial regenerativo e anti-inflamatório de diferentes fontes de MSC e de seus fatores solúveis, em um modelo animal para ELA, o camundongo SOD1, é essencial na busca de um tratamento efetivo para esta doença.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
COATTI, Giuliana Castello. Avaliação do potencial terapêutico de pericitos e de células mesenquimais no camundongo SOD1, modelo animal para esclerose lateral amiotrófica. 2015. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Biociências São Paulo.

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