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Influência de nanoestruturas de carbono na viabilidade, formação e elongamento de dendritos em culturas de neurônios corticais

Processo: 13/07961-6
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 15 de agosto de 2013
Vigência (Término): 14 de fevereiro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira
Beneficiário:Kyl Assaf
Supervisor no Exterior: Charles Patrick Case
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Bristol, Inglaterra  
Vinculado à bolsa:12/08251-0 - Reparo dè nervos periféricos com a utilização dè PCL e nanoestruturas dè carbono, BP.MS
Assunto(s):Neurobiologia   Materiais nanoestruturados   Nanotubos de carbono   Grafenos   Citotoxicidade

Resumo

Os nanomaterais cada vez mais estão sendo utilizados em pesquisa, na indústria e na medicina. Em aplicações biomédicas, os nanotubos de carbono e o grafeno têm se destacado, pois compartilham características singulares, oferecendo vantagens principalmente para o sistema nervoso. Devido ao aumento do uso desses materiais em diversos campos, a exposição humana a eles também tem aumentado, porém pouco se sabe sobre seu potencial tóxico. Pensando em tais aspectos, o propósito deste trabalho é avaliar, in vitro, os efeitos direto e indireto das nanoestruturas de carbono em neurônios corticais, utilizando-se como barreira celular células trofoblásticas. Para avaliação dos efeitos diretos, diferentes concentrações de nanotubos de carbono e óxido de grafeno (0,1, 1,0 e 10 ug/ml) serão adicionadas à co-culturas de neurônios corticais e astrócitos. Utilizando-se as mesmas concentrações dessas nanoestruturas, seus efeitos indiretos serão avaliados em inserções transwell, ou seja, elas serão colocadas sobre células BeWo, que simularão a barreira placentária, que, por sua vez, serão cultivadas sobre cultura de neurônios corticais. Em todos os experimentos, o crescimento axonal e as arborizações dendríticas serão avaliados, utilizando-se o anticorpo anti-MAP2. A densidade sináptica será avaliada pelo anticorpo anti-sinaptofisina. (AU)