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Utilização de células-tronco de polpa de dente decíduo humano em lesões de cartilagem articular de coelhos

Processo: 13/08243-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de maio de 2013
Vigência (Término): 30 de abril de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Spencer Luiz Marques Payão
Beneficiário:Daniel Shuiti Igarashi Ueno
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). Marília , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/21007-0 - Utilização de células-tronco de polpa de dente decíduo humano em lesões de cartilagem articular de coelhos, AP.R
Assunto(s):Células-tronco   Osteoartrite

Resumo

A osteoartrite (OA) é o distúrbio articular mais comum no mundo e a idade é o maior fator de risco para a osteoartrose. A lesão localizada da camada de cartilagem articular leva a um processo de destruição progressiva, e não existem medidas profiláticas para detê-la. As células-tronco demostram possuir um papel inovador no potencial de regeneração do defeito cartilaginoso devido a sua capacidade de diferenciação condrogênica por natureza, e o plasma rico em plaquetas (PRP) uma ferramenta prática para atuar como scaffold e melhorar o crescimento proliferativo das importantes células primárias utilizadas na medicina regenerativa. Este estudo visa avaliar a capacidade das células-tronco de polpa de dente de leite em um scaffold de PRP em regenerar defeitos de espessura total de cartilagem em coelhos. Defeitos de espessura total da cartilagem (5 mm de diâmetro, 3 mm de profundidade) serão criados no sulco patelar de 30 coelhos esqueleticamente maduros (60 joelhos). Três grupos experimentais serão estudados: grupo A (grupo defeito crítico) não receberão qualquer tratamento adicional, grupo B (grupo PRP) o defeito será preenchido com PRP e grupo C em que o defeito será preenchido com células-tronco e PRP, 3 animais servirão de controle e não serão submetidos a qualquer intervenção. Os animais serão eutanasiados com 06 e 12 semanas após a cirurgia. O tipo e o grau de integração do tecido reparado serão avaliados histologicamente e bioquimicamente de acordo com um sistema de escore semiquantitativo. Será realizada ainda técnica de imunohistoquímica com anticorpos para o colágeno tipo I e de colágeno tipo II. (AU)