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Avaliação de autofagia em placenta de gestantes portadoras de pré-eclâmpsia

Processo: 13/03872-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2013
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Maria Terezinha Serrão Peraçoli
Beneficiário:Vanessa Rocha Ribeiro Vasques
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Autofagia   Imuno-histoquímica   Pré-eclâmpsia   Placenta   Western blotting
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Autofagia | Imunoistoquímica | placenta | Pré-eclâmpsia | Western blot | Imunologia da Pré-eclâmpsia

Resumo

A pré-eclâmpsia (PE) é uma síndrome que incide entre 5% e 7% das gestações, sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade, tanto materna como fetal. É uma doença sistêmica, caracterizada por múltiplas alterações no organismo materno e clinicamente identificada por hipertensão arterial e proteinúria, que se manifestam após a 20ª semana de gestação. Como fator inicial na PE ocorre a hipóxia placentária, decorrente do baixo fluxo sanguíneo útero-placentário. Assim, a placenta tem papel essencial nessa doença, já que problemas na implantação e no processo de placentação culminam em redução da perfusão sanguínea e, portanto, em hipóxia/isquemia placentária que também pode causar restrição de crescimento fetal intrauterino. A autofagia, uma via de degradação lisossomal, remove agregados proteicos e organelas danificadas mantendo a integridade celular. Essa via pode estar comprometida em gestantes portadoras de PE, uma vez que é observada a presença de lesões placentárias causadas por hipóxia/isquemia. O presente projeto tem como objetivo determinar a ocorrência de autofagia em placenta de gestantes portadoras de PE. Serão estudadas 40 gestantes, sendo 20 normotensas e 20 portadoras de pré-eclâmpsia. Fragmentos de placenta, abrangendo as faces materna e fetal, serão obtidos imediatamente após o parto. Cada fragmento será recortado em duas partes iguais, sendo uma delas colocada em formol tamponado para análise Imunoistoquímica; e outra parte será congelada em nitrogênio líquido para posterior preparo de homogenato e análise por Western Blot. A ocorrência de autofagia será determinada pela quantificação de LC3, Beclin-1 e mTOR por Imunoistoquímica e Western blot. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
I.C. WEEL; V.R. RIBEIRO; M. ROMÃO-VEIGA; E.G. FIORATTI; J.C. PERAÇOLI; M.T.S. PERAÇOLI. Down-regulation of autophagy proteins is associated with higher mTOR expression in the placenta of pregnant women with preeclampsia. Brazilian Journal of Medical and Biological Research, v. 55, . (13/03872-9, 13/00535-1, 12/24697-8)
WEEL, I. C.; RIBEIRO, V. R.; ROMAO-VEIGA, M.; FIORATTI, E. G.; PERACOLI, J. C.; PERACOLI, M. T. S.. Down-regulation of autophagy proteins is associated with higher mTOR expression in the placenta of pregnant women with preeclampsia. Brazilian Journal of Medical and Biological Research, v. 55, n. 1, p. 7-pg., . (12/24697-8, 13/00535-1, 13/03872-9)
RIBEIRO, VANESSA ROCHA; ROMAO-VEIGA, MARIANA; NUNES, PRISCILA REZECK; PERACOLI, JOSE CARLOS; SERRAO PERACOLI, MARIA TEREZINHA. Increase of autophagy marker p62 in the placenta from pregnant women with. HUMAN IMMUNOLOGY, v. 83, n. 5, p. 6-pg., . (13/03872-9, 12/24697-8)

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