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Análise da autofagocitose durante a agregação proteica contendo alfa-sinucleína e tau hiperfosforilada em cultura de células do hipocampo, substância negra e locus coeruleus

Processo: 13/07942-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2013
Vigência (Término): 31 de maio de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Merari de Fátima Ramires Ferrari
Beneficiário:Vinícius de Andrade Torrecillas
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Degeneração neural   alfa-Sinucleína

Resumo

Alterações na estrutura e composição bioquímica das células, formação de placas senis e neurofibrilares são características comuns do encéfalo em processo degenerativo. Esses emaranhados neurofibrilares são constituídos essencialmente por proteína tau hiperfosforilada. A presença desses agregados proteicos leva a prejuízos intracelulares que culminam em morte celular. A falha nas vias de degradação celular pode favorecer a agregação de proteínas intra e extracelulares e culminar com a neurodegeneração. Desta forma, pretende-se analisar a expressão de proteínas envolvidas no sistema de autofagia celular, a formação dos autofagolisossomos e a co-localização dos autofagossomos com a tau hiperfosforilada e a alfa-sinucleína, a fim de estudar a relação da autofagocitose com a formação dos agregados proteicos. Para essa análise, serão empregados anticorpos específicos para a detecção de proteínas da via de autofagocitose tais como Rab7, p62, Ulk1 e Beclina-1, além de anticorpos para a marcação da proteína tau hiperfosforilada e da alfa-sinucleína. A análise da formação dos autofagolisossomos será feita utilizando-se sondas fluorescentes as quais marcam organelas ácidas com cores distintas dependendo da faixa do pH. O estudo será realizado em culturas primárias de células do hipocampo, substância negra e locus coeruleus submetidas a exposição a rotenona em concentrações de 0,1 a 0,5nM, sendo que esta última concentração já determina a presença de agregados proteicos contendo tau hiperfosforilada e alfa-sinucleína nas células de estudo.