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Efeitos da leptina sobre a produção de mediadores inflamatórios

Processo: 13/08860-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2013
Vigência (Término): 31 de maio de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Alexandre Alarcon Steiner
Beneficiário:Jessica Yuri Shimokawa Gomes
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/03831-8 - Elo entre balanço energético e inflamação sistêmica: papel da leptina, AP.JP
Assunto(s):Hipotermia   Neuroimunologia   Leptina   Choque   Inflamação   Febre

Resumo

A inflamação sistêmica é invariavelmente associada a uma resposta termorregulatória, que pode ser febre ou hipotermia. Os mecanismos de seleção entre estas respostas são praticamente desconhecidos. Propomos que a leptina, um hormônio produzido pelo tecido adiposo, liga o estado energético de um indivíduo à seleção de uma resposta termorregulatória apropriada durante uma inflamação sistêmica. Ratos conscientes serão injetados com doses de lipopolissacarídeo bacteriano que ativam tanto a sinalização febrigênica (que medeia a febre) quanto a criogênica (que medeia a hipotermia). O ambiente térmico será manipulado para distinguir a sinalização febrigênica da criogênica, uma estratégia baseada no princípio de que a temperatura corporal de ratos em um ambiente quente é influenciada exclusivamente por sinais febrigênicos, enquanto que a temperatura corporal de ratos em um ambiente mais frio está sujeita aos efeitos dos sinais criogênicos. Essa estratégia será empregada juntamente com medidas da produção de mediadores inflamatórios conhecidos por suas ações febrigênicas ou criogênicas.