Busca avançada
Ano de início
Entree

ESTUDOS SOBRE A EVOLUÇÃO DAS LESÕES FOLIARES EM LARANJEIRAS CAUSADAS PELO VÍRUS DA LEPROSE C DO CITROS (Citrus leprosis vírus C- CiLV-C)

Processo: 13/05457-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2013
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Elliot Watanabe Kitajima
Beneficiário:Evandro Marques Ferronato
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/52691-9 - Manejo da leprose dos citros, AP.TEM
Assunto(s):Imunofluorescência   Epidemiologia   ELISA

Resumo

O conhecimento sobre o patossistema da leprose dos citros teve grande avanços a partir de 2000. Sabe-se que há pelo menos dois tipos distintos de vírus causando sintomas de leprose- o tipo citoplasmático (CiLV-C), mas agressivo e prevalente, e o tipo nuclear, raro, e aparentemente restrito a zonas mais frias, do qual as informações são mais escassas. Ambos são transmitidos por ácaros Brevipalpus sendo B. phoenicis a principal espécie vetora. O genoma do CiLV-C foi inteiramente sequenciado e se dispões de ferramentas moleculares e imunológicos para sua detecção. Há informações detalhadas sobre as relações ácaro vetor/CiLV-C e que há numerosas espécies de planta suscetíveis à infecção experimental por este vírus. Há pelo menos dois registros de espécies não-Citrus naturalmente infetadas pelo CiLV-C. No presente projeto pretende entender a evolução das lesões, principalmente foliares, após a infecção, em condições de campo, fazendo-se registros em tempos diferentes após a manifestação inicial e também tentar desenvolver protocolos que permitam estimar a carga viral nas lesões. O feijoeiro comum (Phaseolus vulgaris) já se mostrou excelente indicadora para CiLV-C, produzindo lesões locais após inoculação com ácaros virulíferos em cinco ou menos dias. Será avaliada a possibilidade desta planta também ser sucetivel à inoculação mecânica. Se lograr êxito, poderá também constituir em um sistema de titulação deste vírus. As informações podem auxiliar no entendimento da epidemiologia da leprose e os processos de replicação e translocação do CiLV-C nos tecidos da lesão.