| Processo: | 13/06123-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Isabel de Camargo Neves Sacco |
| Beneficiário: | Eneida Yuri Suda |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/00214-6 - Complexidade do Controle Motor em Diferentes Tarefas e em Diferentes Populações, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Lógica fuzzy Polineuropatias Neuropatias diabéticas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | eletromiografia | Logica Fuzzy | marcha | neuropatias diabeticas | progressão da doença | Biomecânica |
Resumo Inúmeras evidências na literatura apontam para modificações que descaracterizam o padrão clássico e estereotipado da marcha normal em indivíduos portadores da polineuropatia diabética, muito embora o conhecimento das causas biomecânicas deste padrão alterado de movimento ainda seja insuficiente. Além disso, estudos prévios que investigaram a biomecânica da marcha de diabéticos não têm distinguido os graus de progressão da diabetes nos grupos estudados; portanto, não é possível identificar as diferenças nos padrões de geração da marcha entre estágios precoces e avançados do desenvolvimento da doença. A presente proposta de estudo parte da premissa que a neuropatia na história clínica do diabético é um sinal da piora da doença, e que a progressão da neuropatia acaba por levar a modificações nas estratégias de controle da marcha que evoluem durante o decorrer da doença e que podem estar relacionadas aos inúmeros fatores intrínsecos biomecânicos que alteram a eficiência locomotora. Para tanto, serão interpretados os padrões eletromiográficos de diabéticos neuropatas por meio de análises no domínio do tempo, magnitude, e complexidade, identificando velocidade de condução, magnitude de ativação em momentos distintos do apoio da marcha e entropia. Essas análises serão feitas comparando-se os padrões encontrados através dos diferentes graus de neuropatia. Nossas teses são que (I) a lógica fuzzy irá permitir uma melhor distinção entre os diferentes estágios da doença em termos de alterações eletromiográficas, com isso possibilitará identificar alterações da dinâmica e complexidade do recrutamento muscular mesmo antes de diagnosticada a neuropatia diabética, e (II) em estágios mais graves da neuropatia haverá uma acentuação dessas alterações. (AU) | |
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