A arte da hipnose: Friedrich Nietzsche contra a estética da décadence de Richard W...
A recriação do mundo: a dimensão redentora da música na filosofia de Nietzsche
A procura da música sem sombra: filosofia e música no século XX
| Processo: | 13/01544-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia |
| Pesquisador responsável: | Marcio Benchimol Barros |
| Beneficiário: | Felipe Thiago dos Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Música Friedrich Nietzsche Filosofia da música |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Filosofia da Música | Hanslick | música | Nietzsche | Wagner | Filosofia da Música, estética |
Resumo Humano, Demasiado Humano (1878) representa o inicio da fase em que a filosofia de Nietzsche (1844 - 1900) rompe com suas antigas e principais influências: Schopenhauer e, sobre tudo, Wagner. No que tange à arte, esse momento "destrutivo" da filosofia de Nietzsche passa a criticar a deificação do músico (gênio) e a concepção de música enquanto linguagem do inefável (expressão da essência do mundo) e/ou dos sentimentos, ideias essas desenvolvidas pelo Romantismo e, sobretudo, pelo compositor Richard Wagner. Além disso, Nietzsche também critica - com certa ressalva - outra concepção presente na época, a saber, a que pretende mostrar que o critério da audição musical são, unicamente, as relações sonoras (formalismo), concepção defendida pelo crítico musical vienense Eduard Hanslick em Do Belo Musical (1851). Mas a segunda fase do pensamento Nietzscheano (compreendida entre 1876 e 1882) não concebe a arte apenas de uma maneira negativa. No segundo Nietzsche podemos perceber, a partir de uma historicidade musical defendida pelo filósofo que, a música, desarraigada de falsas interpretações acerca dos seus efeitos e do seu conteúdo, pode fundamentar a vida enquanto uma experiência afirmadora. Portanto, nosso objetivo será o de expor, a partir das críticas de Nietzsche em sua segunda fase à concepção de música presentes em sua época, uma filosofia da música de características próprias. Num segundo momento mostraremos que, mesmo em sua segunda fase, essa filosofia se utiliza da música para apontar uma experiência singular, isto é, de afirmação do homem frente ao mundo. Para a satisfação de nossos objetivos analisaremos tanto as obras da segunda fase de Nietzsche como os póstumos não publicados, além de dialogar com os comentadores brasileiros e estrangeiros. | |
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