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Alterações do metabolismo energético na Doença de Alzheimer sintomática e assintomática

Processo: 13/01548-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2013
Vigência (Término): 31 de maio de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Pesquisador responsável:Helena Paula Brentani
Beneficiário:Aderbal Ruy Teodoro da Silva
Instituição-sede: Instituto de Psiquiatria Doutor Antonio Carlos Pacheco e Silva (IPq). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Doença de Alzheimer   Neuropatologia   Doenças neurodegenerativas   Reserva cognitiva   Metabolismo energético

Resumo

A doença de Alzheimer (DA) é caracterizada por um declínio cognitivo progressivo associado ao acúmulo de peptídeo ²-amilóide (placas neuríticas), da proteína tau hiperfosforilada (emaranhados neurofibrilares), degeneração sináptica e morte neuronal no hipocampo e em outras regiões corticais. Estudos têm observado que a DA apresenta um hipometabolismo energético e uma bioenergética mitocondrial comprometida, associado ao aumento do estresse oxidativo. Recentemente, tem sido observado que neurônios podem sofrer uma troca no perfil metabólico, com a mudança da respiração mitocondrial (fosforilação oxidativa) para um perfil de glicólise aeróbica, como um mecanismo compensatório para a produção de energia e de metabólitos intermediários necessários produção de biomassa, além da diminuição do estresse oxidativo. Entretanto, os mecanismos moleculares dessa troca metabólica são pouco entendidos nas células nervosas e ainda não foram estudados em indivíduos portadores da neuropatologia da DA, mas que não apresentam evidências de comprometimento cognitivo (DA assintomática). Diante disso, este trabalho pretende verificar se existe diferença entre indivíduos com DA sintomática, DA assintomática e indivíduos normais em relação ao metabolismo energético.