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Estudo das vias de proteínas quinases implicadas no processo de invasão de Células HeLa pelas formas amastigotas extracelulares (AES) de Trypanosoma Cruzi

Processo: 13/04249-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2013
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Renato Arruda Mortara
Beneficiário:Bianca Rodrigues Lima Ferreira
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/51475-3 - Biologia molecular e celular do parasitismo por Trypanosoma cruzi, AP.TEM
Assunto(s):Biologia celular   Invasão celular   Trypanosoma cruzi

Resumo

Trypanosoma cruzi, um protozoário flagelado pertencente à família Trypanosomatidae, é o agente etiológico da Doença de Chagas. Este parasita pode apresentar diferentes formas evolutivas: tripomastigotas sanguíneos e metacíclicos, epimastigotas e amastigotas. Os tripomastigotas são as formas infectivas clássicas, porém há uma via alternativa de invasão celular por meio dos amastigotas extracelulares (AEs). A invasão por AEs depende da adesão, reconhecimento e ativação de diversas proteínas em ambas as células o que culmina na mobilização do citoesqueleto de actina do hospedeiro, essencial na invasão por essas formas. As vias de sinalização que controlam esse processo, entretanto, são pouco caracterizadas. Proteínas quinases (PKs), enzimas que fosforilam outras proteínas, estão envolvidas em cascatas de sinalização e medeiam respostas de células a estímulos externos conhecidos para regular a maioria dos processos celulares. Alguns trabalhos já mostraram a participação de determinadas PKs na invasão celular por AEs, contudo as vias relacionadas a essas proteínas ainda não foram completamente descritas. Nesse contexto, o presente projeto busca caracterizar o papel das vias de duas famílias de quinases: fosfatidilinositol quinase (PIK) e Src - essenciais em diversos fenômenos celulares - durante a interação dos AEs com as células hospedeiras. Os resultados poderão subsidiar o futuro desenvolvimento de alvos quimioterápicos e novas abordagens terapêuticas.