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Monocitose como marcador de risco cardiovascular em pacientes com doença renal crônica

Processo: 13/07966-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2013
Vigência (Término): 30 de junho de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública
Pesquisador responsável:Gilson Fernandes Ruivo
Beneficiário:Luis Fernando de Carvalho Lopes
Instituição-sede: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Taubaté (UNITAU). Taubaté , SP, Brasil
Assunto(s):Falência renal crônica   Doenças cardiovasculares

Resumo

A Doença Renal Crônica (DRC) é classificada de acordo com a taxa de filtração glomerular e caracteriza-se pela perda progressiva e irreversível da função renal, sendo que no estágio final inicia-se a terapia de substituição renal. É um problema de saúde pública mundial devido ao impacto clínico e mortalidade associada. Pacientes com DRC apresentam inflamação sistêmica e deficiência imunológica de caráter crônico que gera estresse oxidativo e alteração imunológica, com ativação de monócitos, produção de citocinas e geração de espécies reativas de oxigênio. A inflamação crônica associa-se com a aterosclerose, que promovem maior permeabilidade endotelial aos monócitos e ao colesterol LDL, com alterações estruturais vasculares, menor fluxo sanguíneo, causando doenças como a insuficiência coronariana. Este panorama inflamatório e aterosclerótico promove maior taxa de doenças cardiovasculares (DCV), que é a principal causa de mortalidade na DRC, tanto em nefropatas dialíticos, como em não dialíticos. Tendo em vista o papel dos monócitos na gênese da aterosclerose e sua função no processo de inflamação crônico sugere-se a sua utilização como marcador de risco cardiovascular (RCV), pois estudos prévios associaram a monocitose como marcador de risco independente para DCV e doença encéfalo vascular isquêmica. O objetivo deste estudo será avaliar a monocitose como marcador de RCV na DRC, entre outros aspectos. Com a aprovação do Comitê de Ética da Instituição será feito estudo retrospectivo com 300 pacientes com DRC não dialítica. Serão coletados dados clínicos e laboratoriais para avaliação do perfil metabólico e inflamatório do risco cardiovascular. Será considerado significativo p<0,05. (AU)