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Estudo sobre o ciclo de Hepatozoon spp. em áreas rurais do município de Botucatu - SP: avaliação do potencial de roedores silvestres como fonte de infecção a caninos domésticos

Processo: 13/10749-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de junho de 2013
Vigência (Término): 31 de maio de 2014
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária
Pesquisador responsável:Lucia Helena O'Dwyer de Oliveira
Beneficiário:Natalia Mizuhira Magro
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/25197-9 - Estudo sobre o ciclo de Hepatozoon spp. em áreas rurais do município de Botucatu - São Paulo: avaliação do potencial de roedores silvestres como fonte de infecção a caninos domésticos, AP.R
Assunto(s):Cães   Carrapatos   Parasitose animal

Resumo

O gênero Hepatozoon é um grupo diverso de parasitas, com mais de 300 espécies. Duas espécies são reconhecidas por causar doença em cão, Hepatozoon canis e Hepatozoon americanum. No Brasil, estudos demonstram que H. canis é a espécie envolvida na hepatozoonose canina, tendo como vetores carrapatos ixodídeos. Em nosso país, os relatos de infecção em cães são comuns principalmente em áreas rurais, onde os animais são infestados por diferentes espécies de carrapato. Trabalhos recentes demonstram que o vetor de H. canis em áreas rurais do Brasil permanece indefinido e há possibilidade de que existam outras formas de transmissão, como a predação de hospedeiros paratênicos. Deste modo, o presente trabalho terá como objetivo investigar a presença de Hepatozoon spp. em pequenos roedores silvestres, capturados em florestas nativas nos arredores de propriedade rurais do município de Botucatu, onde a prevalência do protozoário também será estudada em cães domésticos. Amostras de sangue e tecidos dos roedores serão coletadas para pesquisa do parasita, através de diagnóstico parasitológico (técnica de esfregaço sanguíneo e histopatologia) e, também, pelo diagnóstico molecular (técnica da PCR). Nos cães a pesquisa do parasita será realizada pela PCR e pela técnica de esfregaço de sangue periférico. Assim, pretende-se elucidar aspectos do modo de transmissão de H. canis em áreas rurais do Brasil, já que o principal vetor da doença é incerto. (AU)