| Processo: | 13/12256-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Roberto Zatz |
| Beneficiário: | Orestes Foresto Neto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 12/10926-5 - Patogênese e terapêutica da doença renal crônica: papel da imunidade inata na lesão de glomérulos, túbulos e interstício, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/24991-1 - O papel da uromodulina na patogênese da nefropatia diabética, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Diabetes mellitus Imunidade inata Nefropatias diabéticas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | diabetes mellitus | doença renal crônica | imunidade inata | nefropatia diabética | Nefrologia |
Resumo A nefropatia diabética constitui hoje em dia, juntamente com a nefrosclerose hipertensiva, uma das mais importantes causas de doença renal crônica - e de necessidade de terapia de reposição renal - em todo o mundo. Diversos fatores explicam esse papel destacado da nefropatia diabética. A prevalência da própria diabetes mellitus, especialmente a do Tipo 2, tem aumentado constantemente nas últimas décadas, refletindo de um lado o envelhecimento da população mundial e, de outro, o aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade. Por outro lado, os avanços terapêuticos verificados nas últimas décadas têm propiciado maior sobrevida aos diabéticos, propiciando mais tempo para a progressão da nefropatia. Os mecanismos que levam ao estabelecimento da nefropatia diabética ainda não estão esclarecidos. A hipertensão intracapilar e/ou a hipertrofia do tufo glomerular, observadas em modelos experimentais de diabetes, são um dos fatores desencadeantes do processo. No entanto, vários mecanismos alternativos ou adicionais podem exercer papel igualmente relevante, como a glicação não-enzimática de proteínas e a estimulação da via dos polióis, entre outras. Os podócitos estão envolvidos nesse processo, mas são ainda incertos os mecanismos que os afetam, e a partir de que ponto na evolução do processo isso ocorre. É provável que a ativação da imunidade inata seja um mecanismo relevante de lesão aos podócitos, bem como aos outros tipos celulares presentes nos glomérulos e, possivelmente, às próprias células tubulares, especialmente as proximais. Sabe-se que a exposição prolongada a altas concentrações de glicose é um dos estímulos à montagem de inflamassomas, ajudando a explicar por que a diabetes se comporta em grande parte como um estado inflamatório. Além disso, já existem evidências na literatura de que esse papel patogênico da imunidade inata na diabetes realmente existe e pode ser de grande importância. No presente projeto, propomonos a estudar a imunidade inata no modelo de nefropatia diabética por estreptozotocina. Pretendemos conduzir um estudo longitudinal de longo prazo, estudando a imunidade inata, bem como sua correlação com parâmetros morfológicos e inflamatórios, em fases relativamente incipientes do processo, quando a proteinúria é ainda baixa, e em etapas mais avançadas, quando as manifestações histológicas de lesão glomerular são evidentes. (AU) | |
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