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Estudo da expressão protéica em plasma e urina de receptores de tranpslante renal em uso de diferentes esquemas imunossupressores.

Processo: 13/06310-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2013
Vigência (Término): 31 de agosto de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Dulce Elena Casarini
Beneficiário:Claudia Rosso Felipe Bonato
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Proteoma   Transplante de rim   Imunossupressão

Resumo

O transplante renal é uma das opções terapêuticas para os pacientes com insuficiência renal crônica terminal. Avanços nas técnicas cirúrgicas e principalmente o desenvolvimento e aprovação de novos fármacos imunossupressores nos últimos anos contribuíram significativamente para melhorias nas sobrevidas do enxerto e do paciente transplantado. Entre os diversos esquemas imunossupressores disponíveis para profilaxia da rejeição aguda após o transplante renal, o regime mais utilizado atualmente consiste em tacrolimo, micofenolato e prednisona. Comparado aos esquemas anteriormente utilizados, essa combinação apresentou melhor eficácia, com redução significativa na incidência de rejeição aguda . No entanto, seu perfil de segurança é afetado por adversidades significativas que muitas vezes levam a interrupção temporária ou definitiva do esquema. Entre os principais problemas de segurança desse esquema destacam-se os eventos adversos gastrointestinais e infecção por citomegalovirus. Um regime imunossupressor que mantenha baixas taxas de rejeição aguda, e que reduza a incidência e a intensidade de infecções por CMV e eventos gastrointestinais, poderia, portanto, levar a resultados superiores. Os objetivos deste projeto exploratório são: 1. Avaliar o perfil proteômico na rejeição aguda do transplante em pacientes receptores de transplante renal com ou sem carga viral para CMV. 2. Avaliar o perfil proteômico na infecção por CMV em pacientes receptores de transplante renal; bem como o efeito da infecção por CMV na via de sinalização do mTOR em pacientes com diferentes esquemas imunossupressores: com e sem inibidores da mTOR