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Antígeno 1 de membrana apical (AMA-1): análise da diversidade genética em isolados do Plasmodium vivax da Amazônia Brasileira

Processo: 13/08267-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2013
Vigência (Término): 30 de junho de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Letusa Albrecht
Beneficiário:Natália Silveira Virgili
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Malária   Plasmodium vivax   Polimorfismo genético

Resumo

A cada ano, o parasita da malária, Plasmodium vivax infecta 70-80 milhões de pessoas no mundo inteiro. No Brasil, P. vivax é responsável por 83,6% dos casos de malária, sendo considerada como a espécie mais frequente de plasmódio no país. Ao contrário do Plasmodium falciparum, as infecções causadas por P. vivax são raramente letais. No entanto, P. vivax tem um impacto significativo sobre a produtividade das populações locais à medida que o curso da infecção é geralmente prolongado e o desenvolvimento de imunidade adquirida em áreas endêmicas leva vários anos. O recente surgimento de cepas resistentes às drogas complica ainda mais a infecção por P. vivax o que leva à intensificação de investigações sobre métodos de controle alternativo, como o desenvolvimento de vacinas. AMA-1 é uma proteína que está envolvida na invasão dos parasitas do filo Apicomplexa nas células do hospedeiro, participando da formação da junção de movimento. Esta proteína contém quatro regiões, sendo elas, pro-sequência, um ectodomínio rico em cisteína, um domínio transmembrana e uma região citoplasmática. No ectodomínio, as pontes dissulfeto, formadas pelos resíduos de cisteína, permitem sua separação em três domínios, denominados I, II e III. A importância biológica desta proteína pode ser destacada, pois tentativas de silenciamento do gene AMA-1 de P. falciparum e de Toxoplasma gondii geraram parasitas inviáveis, demonstrando que essa proteína é essencial para a sobrevivência do parasita. A maior taxa de mutações e de diversidade genética têm sido mostrados no domínio I, contudo, o domínio II apresenta um elevado grau de conservação das sequências de aminoácidos e é particularmente a região mais imunogênica tanto de Plasmodium falciparum quanto de Plasmodium vivax. Como esta diversidade genética pode comprometer a eficácia de uma vacina que inclua este antígeno, o objetivo principal deste trabalho será caracterizar o padrão de diversidade da proteína AMA-1 de P. vivax de isolados da Amazônia brasileira. (AU)

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