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Caracterização da possível origem clonal e do perfil de expressão gênica de células estromais humanas derivadas de medula óssea de pacientes com mieloma múltiplo

Processo: 12/23496-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2013
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Gisele Wally Braga Colleoni
Beneficiário:Rodrigo Carlini Fernando
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:10/17668-6 - Identificação de marcadores tumorais e possíveis alvos terapêuticos em doenças linfoproliferativas de células B, AP.TEM
Assunto(s):Neoplasias testiculares   Células estromais   Mieloma múltiplo

Resumo

Evidências crescentes apontam para o papel fundamental do microambiente da medula óssea (MO) na progressão do Mieloma Múltiplo (MM). Através de interações com os diferentes tipos celulares presentes na MO, as células do MM conseguem sobreviver e evadir o sistema imune do indivíduo. Dentre essas células, destacam-se as células estromais, as quais além de facilitarem a permanência das células tumorais no microambiente da MO, também sintetizam e secretam diversas citocinas e fatores de crescimento responsáveis pela proliferação, sobrevivência, migração e resistência a drogas das células do MM. Apesar da maioria dos estudos considerar que as células do microambiente tumoral não possuem origem clonal, evidências recentes revelaram que várias células estromais derivadas de pacientes com MM apresentavam diferenças importantes em relação às derivadas de indivíduos normais, compreendendo desde diferenças na expressão gênica e proteica até alterações alélicas. Desse modo, o estudo da origem clonal das células estromais derivadas de MO de pacientes com MM, assim como o seu perfil de expressão gênica, através da técnica de microarray de oligonucleotídeos, poderá contribuir para a descoberta de novos biomarcadores e/ou alvos terapêuticos para essa doença ainda incurável. (AU)