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Estudo das moléculas de HLA-G solúveis no líquido cefalorraquidiano e sangue periférico de pacientes com esclerose múltipla

Processo: 13/06168-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2013
Vigência (Término): 31 de julho de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia
Pesquisador responsável:Carlos Otávio Brandão
Beneficiário:Amanda de Barros Piffer
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Esclerose múltipla   Antígenos HLA-G   Neuroimunologia

Resumo

A esclerose múltipla (EM) é uma doença crônica, inflamatória, de natureza autoimune que afeta o sistema nervoso central de adultos jovens. A doença pode evoluir da forma de um episódio clínico isolado (CIS), para a forma remitente/recorrente e depois de aproximadamente dez anos, para a forma secundariamente progressiva. A doença é causada por inflamação e neurodegeneração que normalmente ocorre simultaneamente em todas as fases clínicas, sendo que a inflamação predomina na fase remitente/recorrente, enquanto a neurodegeneração predomina na fase secundária progressiva. Na fase remitente/recorrente os linfócitos T CD4 autorreativos ocupam um lugar de destaque nos mecanismos desmielinização. Paralelamente, mecanismos reguladores da resposta imune são acionados. Células da resposta imune inata como as dendríticas podem expressar moléculas imunorreguladoras como as moléculas do HLA-G que regulam negativamente a resposta dos linfócitos autorreativos. Nessa proposta é nosso objetivo verificar como o tratamento com Interferon beta altera a expressão das moléculas de HLA-G tanto presentes na superfície das células, como na forma solúvel no soro e no líquido cefalorraquidiano dos pacientes com EM.