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Inibição da via PI3K em carcinoma adenóide cístico de glândula salivar

Processo: 13/08806-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2013
Vigência (Término): 31 de julho de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Yasmin Rodarte Carvalho
Beneficiário:Yonara Maria Freire Soares Marques
Instituição-sede: Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Patologia bucal   Glândulas salivares   Técnicas in vitro   Carcinoma adenoide cístico

Resumo

A via do PI3K modula a função de numerosos substratos envolvidos na regulação da sobrevivência celular, progressão do ciclo celular e crescimento celular. Diversas proteínas participam na sinalização desta via, porém a principal proteína efetora é a proteína Akt, sendo esta de fundamental importância na sobrevida e proliferação celular. A proteína supressora de tumor PTEN atua como inibidora da Akt e a proteína mTOR está relacionada a função proliferativa desta via. A via PI3K/Akt é a via de sobrevida mais ativada em cânceres e largamente estudada em diversos tumores de glândula, como mama e próstata. Em relação a neoplasias em glândulas salivares, estudos prévios demonstraram a superexpresssão da proteína Akt e a localização subcelular da PTEN , sendo estas cruciais na plena função da via do PI3K. Além disso, a influência hormonal tem sido descrita como possível adjuvante na carcinogênese em carcinoma adenóide cístico de glândula salivar baseada em achados de superexpressão nuclear de ERbeta nesses tumores. O presente trabalho tem como objetivo investigar a resposta das drogas inibidoras da via do PI3K (LY29400 e Curcumina) isoladas ou combinadas ao Tamoxifen, através de estudo in vivo e in vitro em carcinoma adenoide cístico de glândula salivar. O estudo in vitro analisará as proteínas da via do PI3K frente aos tratamentos, através das técnicas de western blotting e imunofluorecência; e a citotoxicidade das drogas, através das técnicas da anexina, MTT, azul de trypan e citometria de fluxo. O estudo in vivo analisará a expressão das mesmas proteínas através da análise imunostoquímica em tumores desenvolvidos em animais. (AU)