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Formas políticas e urbanismo grego: a arquitetura monumental como representação do poder tirânico entre os séculos VI e IV A.C

Processo: 13/07718-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2013
Vigência (Término): 31 de março de 2015
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Arqueologia - Arqueologia Histórica
Pesquisador responsável:Maria Beatriz Borba Florenzano
Beneficiário:Glaucia Gajardoni de Lemos
Instituição Sede: Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:09/54583-1 - A organização da khóra: a cidade grega diante de sua hinterlândia, AP.TEM
Assunto(s):Paisagem
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Monumentalidade | paisagem | Pólis | Política | tirania | Urbanismo | Arqueologia da Grécia antiga

Resumo

Este projeto constitui aprofundamento de temática apresentada em pesquisa de iniciação científica desenvolvida pela candidata no Laboratório de Estudos sobre a Cidade Antiga (MAE-USP), entre novembro de 2009 e dezembro de 2011: a consolidação de formas urbanísticas e arquitetônicas como representação do espaço político grego. O objetivo central é o de analisar em que medida o poder político - ou seu formato - interfere no disciplinamento do espaço, especialmente no que se refere à incorporação da ideologia tirânica nas grandes obras monumentais do Ocidente grego. Embora a monumentalidade seja, a nosso ver, uma contribuição das fundações gregas da Magna Grécia e da Sicília, estimulando a partir delas outras regiões do mundo helênico, as poleis da Grécia Balcânica e da Grécia Oriental também abrigaram formas arquitetônicas e urbanísticas monumentais que são passíveis de serem atribuídas governos tirânicos, oligárquicos ou democráticos. Assim, os dados reunidos acerca da monumentalização do espaço primordialmente de Atenas, na Península Balcânica, e de Siracusa, na Sicília, entre os séculos VI e IV a.C., nos servirão para delimitar um quadro comparativo entre as diferentes formas de organização política e social e o planejamento urbano dessas poleis, de modo a elucidar a chamada paisagem do poder. Em tempo, dados de outras poleis como as de Metaponto, Camarina, Himera, Mileto, Tasos, Cirene e Tarento serão incorporados ao conjunto estudado de sorte a dar maior densidade às conclusões esperadas. Para tanto, far-se-á uso de referências metodológicas pertencentes à Arqueologia da Paisagem e critérios inspirados na linha de pesquisa desenvolvida por Amos Rapoport que lida com a questão da especialização do espaço como marca de "complexificação" da sociedade. (AU)

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
LEMOS, Glaucia Gajardoni de. Formas políticas e urbanismo grego: a arquitetura monumental como representação do poder entre os séculos VI e IV a.C.. 2016. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) São Paulo.

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