Busca avançada
Ano de início
Entree

Conforto térmico em espaços de transição: estudos de caso em espaços do tipo linear de circulação externa e entre edifícios.

Processo: 13/05129-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2013
Vigência (Término): 31 de julho de 2014
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Maria Solange Gurgel de Castro Fontes
Beneficiário:Mariana Suzegan
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Conforto térmico

Resumo

Esta pesquisa visa contribuir para um trabalho mais amplo intitulado "Qualidade térmica urbana: estudos em um ambiente universitário", que propõe avaliar a qualidade térmica dos espaços abertos (passagem e de permanência), espaços de transição e espaços internos de novos edifícios dentro do Campus da UNESP (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho) em Bauru-SP, buscando criar subsídios de intervenção comprometidos com a eficiência energética do campus. A pesquisa visaempregar dados objetivos (identificação de microclimas locais) e subjetivos (aplicaçãode questionários) para identificar as condições de conforto térmico dos usuários. Para isso, serão monitoradas as condições microclimáticas (temperatura do ar, temperatura de globo, umidade relativa do ar, velocidade do ar) de duas diferentes tipologias de espaços de transição (tipos linear externo e entre edifícios), naturalmente ventilados e iluminados, localizados nos novos edifícios dos Departamentos de Design eArquitetura, Urbanismo e Paisagismo da FAAC/UNESP (Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação/Universidade Estadual Paulista). Os dados levantados em campo permitirão: 1. avaliar as variações da temperatura do ar, temperatura radiante média, umidade relativa do ar e velocidade do ar nos espaços de transição e nos ambientes externos e internos a eles associados; 2. avaliar os limites de conforto térmico nessesespaços; 3. comparar dados de conforto real abtidos através de questionários com oconforto calculado através do Índice PET.