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Estudo da diversidade de larvas de Istiophoridae e Xiphiidae (Perciformes, xiphoidei) no litoral do rio de janeiro-brasil

Processo: 13/16600-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de agosto de 2013
Vigência (Término): 31 de agosto de 2014
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Recursos Pesqueiros Marinhos
Pesquisador responsável:Alberto Ferreira de Amorim
Beneficiário:Roberta Fernandes Schmidt
Instituição-sede: Instituto de Pesca. Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/18273-0 - Diversidade de larvas de Istiophoridae e Xiphiidae (Perciformes, Xiphoidei) no Sudeste do Brasil, AP.R
Assunto(s):Desova   Conservação   Ictioplâncton

Resumo

No Atlântico, os peixes-de-bico pertencem às famílias Istiphoridae e Xiphiidae, e são comumente conhecidos como agulhão-vela (Istiophorus platypterus), agulhão-branco (Kajikia albida), agulhão-negro (Makaira nigricans), agulhão-estilete (Tetrapturus pfluegeri), agulhão-polegar (Tetrapturus georgii) e espadarte (Xiphias gladius). Eles são capturados na pesca comercial e esportiva brasileira. Os estoques de K. albida e M. nigricans se encontram sobre-explotados com poucas informações sobre sua biologia reprodutiva em relação à área e época de desova no Atlântico Sul Oriental. Essas espécies ocupam importante nicho ecológico em seu ambiente utilizando o sudeste e sul do Brasil como rota migratória para alimentação e reprodução. Anteriormente, foram observadas fêmeas com gônadas maduras de I. platypterus, K. albida, M. nigricans, e X. gladius, de novembro a março. Este trabalho pretende capturar, identificar e quantificar larvas dessas espécies, objetivando determinar os aspectos geográficos e temporais da desova desses peixes no sudeste do Brasil, gerando dados complementares sobre a biologia reprodutiva. Adicionalmente contribuindo com o banco de dados do Programa Biota - FAPESP e OBIS (Ocean Biogeographic Information System) e subsidiando medidas de manejo nessa região. Serão efetuados cerca de 20 cruzeiros científicos com o apoio de lanchas da pesca esportiva do Iate Clube de Espírito Santo, Iate Clube do Rio de Janeiro e Yacht Club de Ilhabela, obtendo-se aproximadamente 80 pontos de coleta nas principais áreas de ocorrência dos peixes-de-bico (Espírito Santo a São Paulo), no período de novembro de 2013 a fevereiro de 2014. Serão realizados arrastos de superfície com rede de ictioplâncton. As amostras serão fixadas em álcool 95%. Após a triagem haverá uma seleção de prováveis larvas de Istiophoridae e Xiphiidae, com base nas principais características taxonômicas de identificação. Pretende-se realizar a confirmação da identificação das larvas através da análise de DNA, na Universidade de Mogi das Cruzes (Laboratório de Biologia Molecular) e na "Nova Southeastern University (Oceanographic Center)" Flórida, EUA. Preliminarmente, nas temporadas de pesca (2011/2012 e 2012/2013) foram realizadas amostras piloto totalizando 45 pontos de arrastos, obtendo-se 98 prováveis larvas de K. albida (Vitória-ES), 53 prováveis larvas de I. platypterus (Cabo Frio-RJ e Rio de Janeiro-RJ) e seis larvas de I. platypterus (Ilhabela-SP). O projeto conta ainda com o apoio do Departamento de Cirurgia, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo, utilização de microscopia eletrônica de varredura, para uma melhor identificação das estruturas anatômicas de larvas dos peixes-de-bico.

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