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Adesão de microrganismos sobre superfície de cerâmica de dissilicato de lítio exposta a diferentes soluções

Processo: 12/18880-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2013
Vigência (Término): 31 de agosto de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Pesquisador responsável:Daniela Micheline dos Santos
Beneficiário:Beatriz Cristiane Zuin Monteiro
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Materiais dentários   Prótese dentária   Restauração dentária   Porcelana dentária   Adesão celular   Fluoreto de sódio   Dissilicato de lítio   Rugosidade

Resumo

A extensão cervical e a influência de algumas soluções é uma preocupação em relação a restaurações cerâmicas. Sabe-se que para se obter sucesso e longevidade com restaurações estéticas é imprescindível que se tenha saúde no periodonto. Términos cervicais que se localizam subgengivalmente podem causar danos a este. Além disso, algumas soluções usualmente utilizadas podem afetar as propriedades de alguns materiais restauradores. Porém, a literatura é escassa quando se trata da influência de tais soluções nas cerâmicas odontológicas. O aumento da rugosidade de superfície causada por estas pode facilitar a adesão de alguns microorganismos patogênicos, provocando inflamação gengival. Sendo assim, o presente estudo avaliará a influência de diferentes soluções na rugosidade de superfície de cerâmica de dissilicato de lítio e como esta favorece a adesão de microorganismos que estão envolvidos na patogênese da doença periodontal, sendo eles: Porphyromonas gingivalis e Fusobacterium nucleatum. Serão confeccionados 108 amostras, sendo metade para cada cepa, com 1mm de espessura e 5mm de diâmetro. Para cada tipo de bactérias, os corpos de prova serão distribuídos aleatoriamente em seis grupos, de acordo com as soluções que serão imersos. Estas serão: Fluoreto de sódio a 0,2%, FluorGel, saliva artificial, Coca-Cola, Listerine Cool Mint e Peróxido de Hidrôgenio a 7,5%. As leituras de rugosidade serão realizadas no período inicial e após o processo de imersão de cada grupo. Após imersão será realizado os ensaios microbiológicos. Para este, os microorganismos serão cultivados em ágar BHI acrescido de sangue desfibrinado de cavalo. Após a padronização do inócuo, cada espécie será inoculada em caldo BHI com o corpo de prova dentro. Após 72 horas, este será retirado, lavado e agitado em um tubo com solução fisiológica para desprendimentos das células aderidas. Essas amostras sofrerão diluições seriadas sendo posteriormente plaqueadas, para avaliar a quantidade de células aderidas, por meio da contagem das unidades formadoras de colônias.

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