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Atividade arginase e níveis de PGE-2 em linfonodo na leishmaniose visceral canina

Processo: 13/14478-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2013
Vigência (Término): 31 de agosto de 2014
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Valéria Marçal Felix de Lima
Beneficiário:Ricardo Gardim de Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária (FMVA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Imunologia veterinária   Prostaglandinas   Quimiotaxia   Óxido nítrico

Resumo

A Leishmaniose Visceral é uma doença de caráter crônico e frequentemente fatal se não tratada. Segundo a Secretaria de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo a doença está em expansão com alta taxa de mortalidade, sendo que a região de Araçatuba concentra o maior número de casos do estado. O cão exerce importância epidemiológica em áreas endêmicas devido a ser o reservatório doméstico da leishmaniose visceral, sendo o cão infectado potente transmissor do parasito para humanos através do vetor flebotomíneo (Lutzomyia longipalpis), e por ser a doença canina mais prevalente que a doença humana, com os casos caninos normalmente precedendo os casos humanos. A progressão da infecção canina é acompanhada por falha na imunidade celular com apoptose de linfócitos T e produção de citocinas que suprimem a função microbicida dos macrófagos. A supressão das células T é bem documentada, porem os mecanismos que levam a falha na resposta imunológica são pouco conhecidos. Um elemento importante na regulação das respostas imunológicas é a arginase 1, uma enzima que parece interferir negativamente na função efetora das células T, e na produção de NO por macrófagos. Além disso a atividade arginase é estimulada por PGE-2. Em modelos experimentais infectados com Leishmania donovani o aumento da produção de PGE2 foi observado e levou a alteração da função das células T. Porém nenhum estudo avaliou se a supressão da resposta celular em cães com leishmaniose visceral canina tem relação com essas moléculas. Assim pretende-se verificar nos cães naturalmente infectados se a falha da imunidade celular tem relação com o aumento da produção de PGE2 e o metabolismo da L-arginina. (AU)