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Expressão gênica em mecanismos de tolerância ao Al3+ comparando espécie do cerrado (Qualea grandiflora) e limoeiro (Citrus limonia cv. 'Cravo')

Processo: 13/11370-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2013
Vigência (Término): 30 de novembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Gustavo Habermann
Beneficiário:Carolina de Marchi Santiago da Silva
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):16/00747-7 - Funcionamento do TaALMT1 frente a variação de pH, BE.EP.DR
Assunto(s):Citrus   Reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa quantitativa (qRT-PCR)   Nutrição mineral de plantas   Auxinas   Alumínio   Fisiologia vegetal

Resumo

O Cerrado apresenta peculiaridades edáficas como acidez acentuada e alto teor de alumínio solúvel (Al3+), fazendo com que espécies adaptadas a este tipo de ambiente apresentem estratégias eficazes para lidar com esses "estresses". O Al3+ é tóxico para a maioria das plantas, reduzindo o crescimento radicular, causando desordem no citoesqueleto e deposição de calose e diminuindo o rendimento fotossintético (pela oxidação em membranas dos tilacóides). Diversos mecanismos de resistência ou tolerância ao Al3+ em solos ácidos são descritos na literatura, principalmente relacionados à exsudação de ácidos orgânicos quelantes de Al3+, sendo estes mecanismos provavelmente ausentes (ou pouco expressos) em espécies sensíveis, como o limoeiro (Citrus limonia cv. 'Cravo'). Algumas plantas do Cerrado, como Qualea grandiflora, exibem tolerância ao Al3+ acumulando-o em grandes quantidades nos vacúolos foliares, mas mantendo o crescimento radicular normalmente. Este projeto visa diferenciar o metabolismo do limoeiro 'Cravo' (principal porta-enxerto da citricultura brasileira) e de Q. grandiflora, quando cultivados em diferentes concentrações de Al3+. Para isso, propõe-se analisar a expressão de diferentes genes relacionados ao metabolismo de extrusão de Al3+ pela raiz (síntese de malato/citrato, canais ALMT/MATE), metilação em pectinas da parede celular, transporte intracelular do Al3+, e de genes relacionados à síntese de etileno (Et) e transporte de auxinas (IAA), quantificando etileno e auxina nos ápices radiculares e, paralelamente, analisando o crescimento radicular. Assim, tentaremos provar que o Al3+ beneficia o desenvolvimento radicular das espécies do Cerrado, em oposição às espécies agrícolas, cujo crescimento radicular, mediado por IAA e Et, é limitado pelo Al3+.

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
SILVA, CAROLINA M. S.; CAVALHEIRO, MARIANA F.; BRESSAN, ANNA C. G.; CARVALHO, BRENDA M. O.; BANHOS, OTAVIA F. A. A.; PURGATTO, EDUARDO; HARAKAVA, RICARDO; TANAKA, FRANCISCO A. O.; HABERMANN, GUSTAVO. Aluminum-induced high IAA concentration may explain the Al susceptibility in Citrus limonia. Plant Growth Regulation, v. 87, n. 1, p. 123-137, JAN 2019. Citações Web of Science: 0.
Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
SILVA, Carolina de Marchi Santiago da. Mecanismos de tolerância ao Al3+ em plantas comparando espécie de Cerrado (Styrax camporum), limoeiro ‘cravo’ (Citrus limonia cv. cravo) e trigo (Triticum aestivum). 2017. 141 f. Tese de Doutorado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Instituto de Biociências (Campus de Rio Claro)..

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