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Participação das plaquetas na injúria e no remodelamento após uma lesão renal aguda e crônica experimental

Processo: 13/11712-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2013
Vigência (Término): 30 de novembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Niels Olsen Saraiva Câmara
Beneficiário:Reinaldo Correia da Silva
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/02270-2 - Novos mecanismos celulares, moleculares e imunológicos das lesões renais agudas e crônicas: busca por novas estratégias terapêuticas, AP.TEM
Assunto(s):Plaquetas sanguíneas   Nefrologia   Inflamação   Glomerulonefrite

Resumo

As plaquetas são células circulantes que respondem as perturbações vasculares, aderindo à subestruturas endoteliais, além de interagir fisicamente com outras plaquetas, leucócitos e células endoteliais através de receptores de adesão expressos em suas superfícies. As plaquetas secretam agentes quimiotáticos, fatores de crescimento e fibronogênio estimulando o remodelamento tecidual após a injúria, através de mecanismos que envolvam migração celular, proliferação e síntese de matriz. Nas patologias renais, o papel desempenhado pelas plaquetas ainda é restrito à observações e à associações sem evidenciar seu real mecanismo de ação. Neste projeto, nós formulamos a hipótese de que as plaquetas não somente participariam da fase de remodelação tecidual após a injúria, como também seriam atores efetores da própria injúria, via seu potencial de adesão e de sinalização entre células. Assim objetivamos avaliar num modelo experimental de glomerulonefrite (GN), a participação das plaquetas, via a ação de um inibidor de integrinas bifuncional (Insularina), tanto para plaquetas quanto células endoteliais. Para isso, animais C57Bl/6 serão submetidos a administração do soro anti-GBM e serão tratados ou não com insularina. Os animais serão sacrificados ao longo de 1, 4, 7 e 9 dias, correspondendo as fases aguda e crônica da lesão. A presença de plaquetas durante as diferentes fases da lesão será vista pela análise de imunohistoquímica e western blot. A disfunção renal será analisada por dosagens bioquímicas e por expressão gênica e proteica de marcadores de agressão/proteção tecidual em tecido renal. Após comprovar que as plaquetas estão envolvidas na GN experimental, nós buscaremos estudar o mecanismo utilizando um modelo in vitro de interação plaquetas : células endoteliais : célula mesangial, numa tentativa de reproduzir os fenômenos in vivo. O desenvolvimento de uma nova terapia para GN poderia envolver a neutralização da função das plaquetas no intuito de atenuar as lesões glomerulares e, consequentemente, diminuir a progressão da doença renal crônica.

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