| Processo: | 13/12515-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Jean Paul Walter Metzger |
| Beneficiário: | Paula Ribeiro Prist |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/18878-5 - Como a estrutura da paisagem afeta o risco de transmissão de hantavírus no cerrado e na Mata Atlântica do Estado de São Paulo, Brasil, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Ecologia da paisagem São Paulo Roedores Hantavirus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ecologia de paisagem | Hantavirose | modelagem de nicho | Roedores | São Paulo | ecologia de paisagem |
Resumo A hantavirose leva cerca de 50% dos infectados a óbito, e possui como principal reservatório espécies de roedores generalistas, que aumentam em abundância em paisagens fragmentadas e degradadas, elevando o risco de transmissão dessa doença. Nosso objetivo é avaliar quais fatores ecológicos permitem identificar as áreas de maior risco de transmissão para Hantavirose para o Estado de São Paulo. Para isso, nós iremos relacionar a distribuição espacial da hantavirose através do número de casos oficiais da síndrome cardiopulmonar por hantavírus confirmados pelo Ministério da Saúde, com potenciais parâmetros explicativos, como a distribuição potencial das espécies reservatório, obtida por modelagem de nicho ecológico, a quantidade de cobertura nativa (floresta ou cerrado), a quantidade de bordas entre vegetação nativa e áreas antrópicas, e outros potenciais aspectos ambientais relevantes para as espécies reservatório. Para validar os modelos gerados em larga escala, serão feitas coletas da abundância e diversidade de pequenos mamíferos (e de sangue para análise de soro prevalência) em paisagens com diferentes prevalências à hantavirose, segundo resultados do modelo. Através da literatura já existente, espera-se encontrar em ambientes com menor porcentagem de cobertura de vegetação nativa e maior quantidade de bordas uma menor diversidade de pequenos mamíferos e uma maior densidade de roedores reservatórios do hantavírus, bem como uma maior prevalência dessa virose nas populações. Os resultados desse trabalho devem contribuir para uma maior compreensão dos efeitos da perda e fragmentação de habitat nativos e mudanças na composição de pequenos roedores na transmissão de hantavirose, e para um menor custo e maior eficácia dos sistemas de vigilância para espécies reservatório. (AU) | |
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