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Análise da cinética dos receptores de DAMPs (TLR4 e RAGE) no processo de reparo ósseo alveolar em camundongos

Processo: 13/08614-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2013
Vigência (Término): 31 de agosto de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Carlos Eduardo Palanch Repeke
Beneficiário:Patrícia Sanches Kerges Bueno
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Imunologia   Osteogênese   Camundongos   Inflamação   Alvéolo dental

Resumo

A busca de uma estratégia terapêutica eficaz para a aceleração da formação óssea em situações de reparo é um dos grandes desafios dos pesquisadores, sendo a modulação da resposta imune/inflamatória uma das estratégias mais adotadas. Se por um lado a resposta inflamatória exacerbada pode inibir a neoformação óssea, a sua presença de forma moderada apresenta-se importante para a fisiologia do reparo ósseo, demonstrando um papel complexo e ainda pouco compreendido. Com a descoberta da sinalização inflamatória mediada pelos receptores TLR4 e RAGE, abriram-se novas e interessantes possibilidades no estudo entre o sistema imune e o sistema ósseo. Estes receptores desempenham um papel importante no início da resposta imune/inflamatória através do reconhecimento de padrões moleculares associados a danos (DAMPs), e que ao serem ativados são capazes de gerar diversos mediadores inflamatórios, que influenciam no metabolismo do reparo ósseo. Dessa forma, esperamos elucidar a importância dos receptores TLR4 e RAGE possivelmente presentes em grande parte das células inflamatórias essenciais no processo de reparo ósseo e a sua interação com a resposta inflamatória deflagrada potencialmente por DAMPs, produzido durante a cirurgia de extração do incisivo superior de 20 camundongos C57Bl/7. Assim, analisaremos através de imunoistoquimica a presença destes receptores em diferentes estágios do processo de reparo alveolar e em diferentes locais do alvéolo nos períodos de 0,7,14 e 21 dias pós extração, além de uma análise histológica minuciosa. Desta forma, os resultados deste projeto certamente ajudarão em um melhor entendimento dos eventos morfológicos e moleculares, visando futuros passos terapêuticos afim de interferir de maneira positiva no processo de reparo ósseo alveolar.