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Estudo das oligopeptidases na esquizofrenia

Processo: 13/18805-5
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 30 de setembro de 2013
Vigência (Término): 29 de dezembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Mirian Akemi Furuie Hayashi
Beneficiário:Camila Miyagui Yonamine Asanuma
Supervisor no Exterior: Opher Gileadi
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Oxford, Inglaterra  
Vinculado à bolsa:12/08941-6 - Estudo das oligopeptidases na esquizofrenia, BP.PD
Assunto(s):Esquizofrenia

Resumo

A esquizofrenia (SCZ) é uma doença mental crônica grave, multifatorial com fatores genéticos e ambientais, levando a alterações no processo de neurodesenvolvimento. A Ndel1 (do inglês, Nuclear distribution element-like 1) é uma oligopeptidase que se liga com o produto do gene DISC1 (do inglês, Disrupted-in-Schizophrenia 1), que tem sido amplamente estudada como um marcador de vulnerabilidade da SCZ. Uma expressão diminuída da Ndel1 no hipocampo de pacientes esquizofrênicos foi demonstrada. A proliloligopeptidase (POP) também foi relacionada com a SCZ por estar diminuída em plasma de pacientes esquizofrênicos, e tem sido considerada como um potencial alvo de drogas para o tratamento de doenças mentais como a depressão e SCZ. A ECA (enzima conversora de angiotensina I) por sua vez foi relacionada com a SCZ, pois os pacientes esquizofrênicos tratados com neurolépticos apresentam mais ECA no fluido cérebroespinhal (CSF) comparado aos pacientes esquizofrênicos não tratados. Os ratos espontaneamente hipertensos (SHRs) têm sido propostos como modelo animal para o screening de drogas para o tratamento de doenças envolvendo o processo cognitivo. Os objetivos deste projeto são avaliar a expressão e a atividade das peptidases Ndel1, POP e ECA em plasmas de pacientes esquizofrênicos comparado aos controles saudáveis, e avaliar os aspectos da regulação neuroquímica correlacionados. Estes mesmos estudos serão também conduzidos nos ratos SHR visando verificar as semelhanças e as diferenças entre este modelo animal e o pacientes humano portador de SCZ, almejando assim o melhor entendimento dos mecanismos moleculares envolvidos nesta disfunção mental. (AU)

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