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EXTRATOS VEGETAIS PADRONIZADOS PARA O TRATAMENTO DE DOENÇAS CRÔNICAS: Mimosa spp

Processo: 13/19102-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2013
Vigência (Término): 30 de setembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Wagner Vilegas
Beneficiário:Marina Teixeira Achkar
Instituição-sede: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:09/52237-9 - Fitoterápicos padronizados como alvo para o tratamento de doenças crônicas, AP.BTA.TEM
Assunto(s):Fitoquímica   Medicamentos fitoterápicos   Antioxidantes   Doença crônica

Resumo

Este projeto propõe desenvolver metodologias para padronização de extratos vegetais que possam ser aplicáveis no tratamento de doenças crônicas (Lesões ulcerosas e anti-inflamatória). Pretende-se elaborar estratégias analíticas que permitirão a padronização qualitativa e quantitativa de um extrato vegetal, incluindo identificação de classes de substâncias, de marcadores químicos e/ou ainda dos princípios ativos. Como objeto de estudo, abordará o estudo químico-farmacológico de uma espécie nativa do nordeste brasileiro e de ampla ocorrência nos Estados de São Paulo e Minas Gerais: Mimosa caesalpiniifolia Benth. (Mimosoideae). Essa espécie é usada para problemas respiratórios crônicos, cicatrizante e processos inflamatórios e apresentou resultados promissores para atividades anticancerígenas, anti-inflamatória e antimicrobiana. Os estudos envolvem extratos EtOH 70% de diferentes órgãos (folhas, cascas do caule e raízes), preparados de acordo com normas farmacopêicas. Após avaliação farmacológica e toxicológica, os extratos de folhas serão padronizados de acordo com normas. O trabalho será transdisciplinar, com participantes de vários campi da UNESP (Laboratório de Biodiversidade e Sustentabilidade do Campus Experimental Paulista, Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Alfenas, Universidade Federal de São Paulo, Instituto de Biociências de Botucatu e outros).