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Caracterização de vesículas extracelulares de fungos patogênicos sob estresse e de seu papel na comunicação celular

Processo: 13/15377-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2013
Vigência (Término): 31 de outubro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Pesquisador responsável:Rosana Puccia
Beneficiário:Natanael Pinheiro Leitão Júnior
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Paracoccidioides brasiliensis   Candida albicans   Micologia   Vesículas extracelulares   Estresse térmico

Resumo

Vesículas extracelulares (VE) foram recentemente descritas em fungos patogênicos. Trabalhos prévios em nosso laboratório reportaram o conteúdo proteico, lipídico e de epitopos de carboidratos em VE de Paracoccidioides brasiliensis. Atualmente conhecemos também o conteúdo de polissacarídeos e RNA. VE de fungos carregam componentes que potencialmente interagem com o hospedeiro e estimulam o sistema imune, auxiliando na patogênese, inclusive por sinalização à distância. Sua ação na sinalização entre as células fúngicas é desconhecida. O objetivo deste projeto é caracterizar vesículas extracelulares de fungos patogênicos em situações de estresse e avaliar o papel destas vesículas na comunicação celular, utilizando como modelo P. brasiliensis e Candida albicans. Os objetivos específicos são: 1. Otimizar e avaliar o efeito do estresse térmico, oxidativo, nitrosativo e dos mediadores farnesol e tirosol na produção de vesículas extracelulares em P. brasiliensis e/ou C. albicans. Inicialmente serão observados parâmetros básicos como quantificação de esteróis, proteínas e perfil de ácidos nucleicos. 2. De acordo com os resultados obtidos, selecionar condições específicas para análises finas, onde será comparado o conteúdo proteico e de RNA de vesículas extracelulares provenientes de células fúngicas submetidas ou não aos tratamentos selecionados. 3. Verificar se vesículas extracelulares produzidas sob estresse são capazes de atuar na comunicação com células não estressadas. Otimizar os métodos de estudo. 4. Análise microscópica (TEM e/ou confocal) de células fúngicas submetidas a tratamentos selecionados em comparação com células não tratadas. Observação das correspondentes preparações vesiculares. De acordo com o andamento do trabalho, objetivos poderão ser excluídos ou incluídos. O candidato e sua orientadora têm interesse em que o estudante desenvolva uma fração do trabalho fora do país, em colaboração com pesquisadores do exterior. (AU)