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Pesquisa de mutações no gene da acetilcolinesterase (AChE) através da técnica de restrição por tamanho de fragmento em pacientes chagásicos crônicos

Processo: 13/14166-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2013
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia
Pesquisador responsável:Luciamare Perinetti Alves Martins
Beneficiário:André Cardoso Campello
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). Marília , SP, Brasil
Assunto(s):Doença de Chagas   Protozoologia   Polimorfismo de fragmento de restrição   Acetilcolinesterase   Mutação

Resumo

A doença de Chagas foi descoberta em 1909 pelo médico brasileiro Carlos Chagas. É causada pela Trypanosoma cruzi, protozoário parasita obrigatório pleomórfico com ciclo em vertebrados e invertebrados, transmitida principalmente pelos triatomíneos hematófagos em áreas rurais. A doença de Chagas possui grande importância tanto pelo número de portadores como pela extensão de suas áreas de transmissão e o perfil dos infectados. Ela se divide clinicamente em fase aguda e crônica, sendo que a fase crônica se caracteriza principalmente por lesões no esôfago e colon com destruição do plexo mioentérico com formação de megacólon e megaesôfago e também por lesões no coração, causando fibrose e cardiomegalia. Durante a evolução da doença de Chagas, a acetilcolina atua no reflexo inflamatório diminuindo a liberação de citocinas atenuando as lesões provocadas pela inflamação. Estudos demonstraram que na doença de Chagas ocorre a elevação da enzima acetilcolinesterase (AChE) que metaboliza a acetilcolina. No homem a AChE é produzida pelo gene ACHE que está localizado no cromossomo 7q22 e possui três formas conhecidas, sendo que a Tail ou Sináptica é predominante. Dentre os polimorfismos da AChE, a mutação H353N, caracteriza os fenótipos do grupo sanguíneo Yt, porém esse polimorfismo mantém a atividade catalítica da enzima, mas reduz sua meia vida em 30% em relação a forma não mutada. Neste trabalho pretendemos realizar a pesquisa da mutação H353N do gene da acetilcolinesterase e sua correlação com o desenvolvimento clínico dos pacientes chagásicos crônicos.

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
CAMPELLO, A. C.; ZANELLA, L. G. F. A. B. D. E.; SUZUKI, R. B.; TOKUMO, M. O.; CHAGAS, E. F. B.; BALEOTTI, W.; SPERANCA, M. A.; MARTINS, L. P. A. Correlation of plasma butyrylcholinesterase concentration with Acethylcholinesterase H353N polymorphism in the inflammatory response of Chagas disease patients. Parasitology International, v. 76, JUN 2020. Citações Web of Science: 0.

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