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Correlação entre ingestão de Aflatoxina B1 na dieta, expressão hepática de genes e proteínas relacionadas à hepatocarcinogênese e concentração de AFB1-adutos no soro, urina e fígado de Ratos Wistar

Processo: 13/04627-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2013
Vigência (Término): 19 de outubro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Fernando Silva Ramalho
Beneficiário:Mauricio de Rosa Trotta
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:10/20895-4 - Avaliação de adutos AFB1-Lisina e AFB1-N7-guanina como biomarcadores de exposição humana e animal às aflatoxinas, AP.TEM
Assunto(s):Biomarcadores   Aflatoxinas

Resumo

As aflatoxinas são micotoxinas produzidas por fungos do gênero Aspergillus, que encontram no Brasil condições ideais para o seu crescimento, principalmente como contaminante de grãos e cereais. Essas substâncias, sobretudo a aflatoxina B1 (AFB1), possuem notório poder toxigênico. A AFB1 é altamente mutagênica e potente carcinógeno hepático para diferentes espécies, incluindo o ser humano. Após ingestão oral da AFB1, ocorre sua biotransformação no fígado e geração de metabólitos (adutos) que podem estar presentes em diferentes tecidos e fluidos corporais. Entretanto, ainda não foram estabelecidas correlações entre a ingestão de diferentes concentrações de AFB1 na dieta e os níveis de seus metabólitos no fígado, soro e urina, bem como a intensidade da expressão hepática de genes e proteínas relacionadas à hepatocarcinogênese. Ratos machos Wistar receberão AFB1 em diferentes doses por via oral, constituindo quatro grupos experimentais. Um grupo adicional receberá, além da AFB1, dieta contendo etanol a 5%. Animais-controle não serão expostos à micotoxina nem ao etanol. Após exposição crônica por 90 dias, os animais serão eutanasiados para a coleta de soro e parênquima hepático. A urina será coletada durante a última semana de exposição à toxina. Serão realizadas determinações dos níveis dos adutos da AFB1 no soro, na urina e no fígado, além das alterações na expressão hepática de genes e proteínas relacionadas ao processo de hepatocarcinogênese (p53, p21WAF1/Cip1, p27Kip1, Rb, p16INK4D, b-catenina, ciclina D1, proibitina e glutationa-S-transferase-p1) por meios das técnicas de imuno-histoquímica, Western-blotting e PCR em tempo real. Alterações histopatológicas hepáticas e bioquímicas séricas também serão avaliadas.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
TROTTA, Mauricio de Rosa. Correlação entre ingestão de aflatoxina B1, concentração sérica e urinária de AFB1-adutos e expressão hepática de marcadores moleculares relacionados à hepatocarcinogênese em ratos. 2016. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Ribeirão Preto.

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