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Corpo: limite e limiar - questões de estilo

Processo: 13/18091-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 01 de abril de 2014
Vigência (Término): 30 de novembro de 2014
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Linguística - Teoria e Análise Lingüística
Pesquisador responsável:Norma Discini de Campos
Beneficiário:Norma Discini de Campos
Anfitrião: Denis Bertrand
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Université Vincennes Saint-Denis (Paris 8), França  

Resumo

Sob o princípio de uma estilística discursiva, que pensa o estilo como homem, mas um homem concebido como ator da enunciação, nossa pesquisa está ancorada na semiótica francesa e, a partir daí, buscamos as vizinhanças dos desdobramentos tensivos com o método fenomenológico do pensamento no eixo Husserl/ Merleau-Ponty. Desse modo será investigado o estilo, para o que atentaremos para o limite e o limiar que, como vetores estilísticos, respaldam o processamento do corpo do ator, seja por meio de saliências, que trazem à luz descontinuidades relacionadas a um fazer remissivo, seja por meio de passâncias, que trazem à luz continuidades relacionadas a um fazer emissivo, tal como prevê Zilberberg (2006) em estudo que remete ao tempo-espaço da percepção. Ao procedermos à análise do estilo de gêneros (fábula, novela gráfica), e do estilo de autor, dimensão esta em que serão observados contos de Mário de Andrade (2011) e poemas de Paulo Leminski (2013), traremos à luz, entre os vetores estilísticos, também a metamorfose que, tal como vem sendo estudada principalmente em estudos reunidos por Colas-Blaise, M. e Beyart-Geslin A. (2009), entendemos amparar a configuração do corpo. Sob tais parâmetros, necessariamente emergirão paixões: da fábula e da novela gráfica épica, as paixões de moralização e de mérito, juntamente com uma metamorfose que desempenha a função de argumento; dos contos e dos poemas citados, bem como de uma novela gráfica que faz uma estilização sincrética (KUPER, 2004), as paixões de ekstase, que indicam um lugar fora de...; lá, o limite (contornos mantidos), cá, o limiar (contornos borrados) no delineamento do corpo como estilo. (AU)

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