| Processo: | 13/16496-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica |
| Pesquisador responsável: | Norberto Peporine Lopes |
| Beneficiário: | Lucas Maciel Mauriz Marques |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/02592-8 - Avaliação da citotoxicidade do alcalóide govaniadina em linhagem de células humanas, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Espectrometria de massas Respiração celular Produtos naturais Micro-organismos Compostos organometálicos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Caseamina | complexos organometálicos | Espectrometria de massas | Microorganismos | microssomas | Produtos Naturais | Metabolismo oxidativo |
Resumo A biodiversidade é fonte de novas entidades químicas e ponto de partida na descoberta de novos medicamentos. O gênero Corydalis (família Fumariaceae) compreende 470 espécies, é nativo da China, das cordilheiras do Himalaia no Nepal, Paquistão e Índia, sendo também encontrado em regiões montanhosas do leste africano. Os alcaloides do tipo tetrahidroprotoberberina isolados do gênero Corydalis, e em especial a Govaniadina (GOV), apresentam atividade antimalárica, leishmanicida e de combate ao Alzheimer, o que torna relevante seu estudo para emprego na terapêutica, para tanto se faz necessária a compreensão de suas propriedades farmacocinéticas, bem como o conhecimento do seu metabolismo, os quais são importantes na avaliação da segurança e eficácia de qualquer candidato a fármaco. O metabolismo oxidativo de xenobióticos tem sido extensivamente pesquisado por meio do emprego dos complexos organometálicos e microssomas hepáticos. O presente trabalho tem como objetivo avaliar o metabolismo in vitro, in vivo e o perfil farmacocinético deste alcaloide, empregando a Espectrometria de Massas (EM), acoplada ou não a Cromatografia Líquida (CLAE), para elucidação estrutural dos compostos e a Ressonância Magnética Nuclear (RMN) para confirmação das estruturas. (AU) | |
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