| Processo: | 13/19528-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal |
| Pesquisador responsável: | Fernanda da Cruz Landim |
| Beneficiário: | Michelle Silva Araujo Volpato |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Apoptose Expressão gênica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | apoptose | expressão gênica | Igf | maturação oocitária | Biotecnologias da Reprodução |
Resumo Apesar de 80% dos oócitos maturados in vitro serem fertilizados com sucesso, apenas 30 a 40% de blastocistos são produzidos a partir de oócitos após a maturação in vitro (MIV), fertilização e cultivo dos embriões bovinos. Um dos maiores desafios que permanece nos campos da biologia reprodutiva é o entendimento global dos processos moleculares e celulares que controlam a competência oocitária. Estudos envolvendo a adição de substâncias promotoras de crescimento ao meio de maturação, dentre as quais se destaca a família dos fatores semelhantes à insulina (IGFs), tem merecido destaque. O IGF-1 e outros fatores de crescimento estão envolvidos no controle do desenvolvimento folicular, da maturação oocitária e do subsequente desenvolvimento embrionário em várias espécies, incluindo a bovina. O fator semelhante à insulina-1 recombinante-3 (IGF-LongR3) é um análogo do IGF-1 amplamente utilizado em sistemas de cultivo de folículos e células da granulosa e apresenta afinidade mil vezes menor pelas proteínas de ligação ao IGF (IGFBPs), o que garante maior biodisponibilidade. No entanto, ainda não há estudos sobre os efeitos do IGF-LongR3 na maturação in vitro de oócitos bovinos. Desta forma, este trabalho tem como objetivo avaliar e comparar a progressão meiótica utilizando a coloração com Hoescht-33342, a apoptose pelo ensaio de TUNEL e o perfil gênico em oócitos (GDF9, BMP15, histona H2A, PDE3, OOSP1) e em células do cumulus (FSHR, EGFR, Ampiregulina, Receptor de P4 e COX2) por RT-qPCR em complexos cumulus-oócito (CCOs) bovinos, após o processo de maturação in vitro com o hormônio IGF-LongR3 ou com IGF-1. Conforme já demonstrado para o IGF-1, espera-se que o IGF-LongR3 quando adicionado ao meio de maturação, melhore a maturação oocitária in vitro, porém de forma mais eficiente que o IGF-1, por sua maior biodisponibilidade, podendo, desta forma, aumentar o número de oócitos aptos à fertilização e posteriormente, quiçá, a produção de embriões bovinos viáveis in vitro. (AU) | |
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