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Proteção de polinizadores: toxicidade do tiametoxam para Apis mellifera africanizada Lineu, 1758 (Hymenoptera, Apidae)

Processo: 13/21832-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2013
Vigência (Término): 31 de agosto de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Zoologia Aplicada
Pesquisador responsável:Thaisa Cristina Roat
Beneficiário:Ana Luiza Mendes dos Reis
Instituição-sede: Centro de Estudos de Insetos Sociais (CEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/13370-8 - Como o cérebro de Apis mellifera (Lineu, 1758) (Hymenoptera, Apidae) responde à dose subletal de tiametoxam?, AP.JP
Assunto(s):Abelhas   Apis mellifica   Polinização   Produtos fitossanitários   Tiametoxam

Resumo

Recentemente as abelhas têm sido devidamente valorizadas como importantes polinizadoras de flores silvestres e cultivadas. Existem aproximadamente 20.000 espécies de abelhas no mundo, sendo Apis mellifera a mais difundida e amplamente estudada. A densidade populacional destes polinizadores tem diminuído devido principalmente ao desmatamento de seus habitats naturais, causado pela intensificação agrícola e pelo uso de pesticidas. Visando a preservação destes importantes polinizadores, é imperativo o conhecimento do impacto que os produtos fitossanitários podem causar sobre os mesmos. Neste sentido, este projeto visa gerar argumentos para a bioconservação de polinizadores, através de estudos de toxicidade do tiametoxam e dos efeitos citotóxicos de dose subletal deste inseticida sobre o sistema nervoso de Apis mellifera africanizada. (AU)