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Estudo do padrão migratório, efetor e regulador de células dendríticas plasmocitóides e linfócitos B presentes no sistema nervoso central durante o processo inflamatório na encefalomielite experimental autoimune em ratos Lewis

Processo: 13/09085-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2014
Vigência (Término): 31 de agosto de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Alessandro dos Santos Farias
Beneficiário:Michelle Rocha Parise
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/18728-5 - Estudo do padrão migratório, efetor e regulador dos Linfócitos T auto-reativos, previamente transduzidos com GFP, nas doenças desmielinizantes experimentais, AP.JP
Assunto(s):Autoimunidade   Neuroimunologia

Resumo

A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença crônica, inflamatória e desmielinizante do Sistema Nervoso Central. Embora a sua etiologia ainda permaneça desconhecida, acredita-se que seja uma doença auto-imune mediada por células T CD4+. A Encefalomielite Auto-imune Experimental (EAE) é um modelo experimental de doença mediada pela transferência adotiva de linfócitos T CD4+ efetores, utilizado para estudar a EM. As características deste modelo são inflamações e desmielinização, se assemelhando à EM. A função efetora dos linfócitos T pode ser diminuída por mecanismos reguladores de células que co-migram para o SNC. Nesse estudo, empregaremos a técnica de transdução retroviral de GFP nas células T auto-reativas, já estabelecida em nosso laboratório. Esse método permite uma marcação permanente e a análise das células auto-reativas (encefalitogênicas) in vitro, ex vivo e in vivo, por citometria de fluxo e/ou microscopia confocal. Nossos resultados prévios mostraram que além das células encefalitogênicas (GFP+) outros linfócitos T CD4+ (GFP-), assim como linfócitos B, células dendríticas e linfócitos T CD8+ estão presentes no sistema nervoso central durante o curso da doença. Essas células podem tanto participar da gênese da doença como podem estar diretamente relacionadas com o controle da inflamação e consequentemente com a remissão dos sinais clínicos da EAE. Desta forma, poderemos separar as células encefalitogenicas das outras células que co-migram para o SNC, mais especificamente os linfócitos B e células dendríticas plasmocitóides, analisando sua função (efetora e/ou reguladora) durante a evolução clínica da EAE.