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Força e mobilidade da língua na fissura labiopalatina

Processo: 13/08247-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2014
Vigência (Término): 11 de janeiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fonoaudiologia
Pesquisador responsável:Katia Flores Genaro
Beneficiário:Estefânia Leite Prandini
Instituição-sede: Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Motricidade orofacial   Língua (anatomia)   Fenda labial   Deformidades dentofaciais   Má oclusão   Terapia miofuncional

Resumo

Os indivíduos com fissura labiopalatina, ao longo do crescimento e desenvolvimento craniofacial, geralmente desenvolvem má oclusão resultante da fissura em si, das anomalias dentárias associadas e da deficiência no crescimento do terço médio da face; condição essa que compromete a realização das funções orofaciais. O objetivo deste estudo é verificar a influência da Deformidade Dentofacial (DDF) na força e mobilidade da língua, bem como sua repercussão nas funções de respiração, mastigação, deglutição e fala, em indivíduos com fissura labiopalatina e compará-los a valores já estabelecidos na literatura e de um grupo controle. Dois procedimentos serão utilizados no estudo: o exame miofuncional orofacial, a partir do protocolo MBGR, e o exame da força da língua, por meio do Iowa Oral Performance Instrument (IOPI), realizados em 60 indivíduos de ambos os sexos, com idade entre 18 e 28 anos, sendo 30 com fissura transforame incisivo unilateral, em tratamento ortodôntico e com indicação para a realização da cirurgia de avanço da maxila, e 30 indivíduos sem fissura de labiopalatina e sem DDF. O exame miofuncional orofacial será registrado por meio de fotos e filmagens para análise posterior, realizada por três fonoaudiólogos, sendo a concordância entre eles, bem como a intraexaminadores verificadas pelo índice Kappa. Na análise dos resultados será aplicado o teste Mann-Whitney para comparar a mobilidade da língua entre os grupos e para relacionar a mobilidade com as funções de respiração, mastigação, deglutição e fala, em ambos os grupos; além do teste T para comparar a força da língua entre os grupos e para verificar a relação entre a força da língua com as funções orofaciais, em ambos os grupos. (AU)

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
PRANDINI, Estefânia Leite. Força e mobilidade da língua na fissura labiopalatina. 2015. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB/SDB) Bauru.

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