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Estudo da compatibilidade de atemoia (Annona squamosa L. x A. cherimola Mill.) enxertada em araticum-mirim [A. emarginata (Schltdl.) H. Rainer variedade 'Mirim'] e araticum-de-terra-fria [A. emarginata (Schltdl.) H. Rainer variedade 'terra fria']

Processo: 13/22036-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 15 de janeiro de 2014
Vigência (Término): 14 de abril de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal
Pesquisador responsável:Gisela Ferreira
Beneficiário:Daniel Baron
Supervisor no Exterior: Ana Pina Sobrino
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Local de pesquisa : Centro de Investigación y Tecnología Agroalimentaria de Aragón (CITA), Espanha  
Vinculado à bolsa:11/00853-8 - Estudo da compatibilidade de atemoia (Annona squamosa l. x a. cherimola Mill.) enxertada em araticum-mirim [Annona emarginata (Schltdl.) H. Rainer "variedade Mirim] e Araticum-de-terra-fria [Annona emarginata (Schltdl.) H. Rainer "variedade terra-fria"], BP.DR
Assunto(s):Enxertia (fitotecnia)   Annonaceae   UTP-glucose-1-fosfato uridililtransferase

Resumo

O uso da técnica de enxertia é efetivamente usado para o cultivo comercial de espécies frutíferas, a qual é necessária para garantir as características genéticas da espécie de interesse. Além disso, o uso de portaenxertos resistentes a patógenos de solo é importante quando se trabalha com espécies susceptíveis, tais como a atemoia. No entanto, apesar da enxertia ser uma técnica comum e amplamente difundida, os mecanismos envolvidos na compatibilidade/incompatibilidade de plantas lenhosas não está totalmente elucidado. O objetivo deste estudo é determinar a expressão proteica diferencial entre a copa atemoia (Annona squamosa L. x Annona cherimola Mill.) enxertada em Araticum-mirim [A. emarginata (Schltdl.) H. Rainer 'variedade mirim'] e Araticum-de-terra-fria [A. emarginata (Schltdl.) H. Rainer 'variedade terra-fria'], mantidas em cultivo protegido até a formação de mudas para plantio em pomar. O material vegetal a ser utilizado foi obtido do ponto de união da enxertia (caule enxertado) em diferentes épocas de coleta (0, 15, 30 e 60 dias após enxertia, DAEnx.) entre as diferentes combinações. A técnica SDS-PAGE combinada com a técnica MALDI-TOF serão utilizadas para a quantificação da expressão proteica do gene UDP-glucose pirophosphorylase (UGP), gene candidato em estudo de compatibilidade/incompatibilidade na enxertia de plantas entre diferentes combinações. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
BARON, DANIEL; BRAVO, JULIANA P.; MAIA, IVAN G.; PINA, ANA; FERREIRA, GISELA. UGP gene expression and UDP-glucose pyrophosphorylase enzymatic activity in grafting annonaceous plant. ACTA PHYSIOLOGIAE PLANTARUM, v. 38, n. 3 MAR 2016. Citações Web of Science: 7.

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