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Investigação dos efeitos da taurina sobre ilhotas pancreáticas superexpressando a glicoquinase

Processo: 13/25071-8
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2014
Vigência (Término): 30 de abril de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Everardo Magalhães Carneiro
Beneficiário:Renato Chaves Souto Branco
Supervisor no Exterior: Antonio Luis Cuesta-Muñoz
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Copenhagen, Dinamarca  
Vinculado à bolsa:11/20196-1 - Participação dos fatores de acoplamento metabólico sobre o processo de secreção de insulina em camundongos submetidos à desnutrição proteica e obesidade experimental, BP.DR
Assunto(s):Glicose   Metabolismo energético   Insulina   Ilhotas pancreáticas   Taurina

Resumo

A glicose é o principal secretagogo para a secreção da insulina. Obesidade e Diabetes Mellitus Tipo 2 estão relacionados ao desbalanço no metabolismo energético, desencadeando disfunções na célula beta pancreática. A enzima glicolítica glicoquinase (GK) é um regulador chave para a secreção de insulina estimulada por glicose, sendo fundamental para manter os níveis plasmáticos de glicose dentro da normalidade. Avaliações morfométricas detalhadas de tecido pancreático de pacientes com mutações naturais ativadoras da GK, revelaram um significativo aumento e melhor desenvolvimento de ilhotas pancreáticas associado a um aumento na taxa de proliferação de células beta e intensificada taxa metabólica. Independente dessas mutações, o fluxo glicolítico pode ser aumentado por intervensões nutricionais como a suplementação com aminoácidos. A Taurina (TAU) é um aminoácido envolvido na regulação da fisiologia de célula beta. Observaram que a suplementação com TAU induz aumento na expressão genica da GK e do PDX-1, o que pode contribuir para a maior capacidade secretória observada em ilhotas pancreáticas. Nós hipotetizamos que intervensões que foquem o aumento na expressão da GK em ilhotas de camundongos tipo selvagem poderia levar ao aumento na proliferação e na capacidade metabólica de células beta desencadeando efeitos protetivos em situações de desbalanço na homeostase energética associado a disfunção de ilhotas pancreáticas. Alem disso, essa abordagem pode nos trazer informações relevantes sobre a correlação entre a ativação da Gk e proliferação de células secretoras de insulina de camundongos sob efeitos da suplementação de aminoácidos como a TAU. (AU)