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Desenvolvimento de glicoconjugados de mucinas com aplicações diagnósticas e terapêuticas em distrofias musculares e câncer

Processo: 13/24930-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2014
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Pesquisador responsável:Vanessa Leiria Campo
Beneficiário:Vanessa Leiria Campo
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/19390-0 - Desenvolvimento de glicoconjugados de mucinas com aplicações diagnósticas e terapêuticas em distrofias musculares e câncer, AP.JP
Assunto(s):Mucinas   Vacinas   Glicopeptídeos   Anticorpos   Química médica

Resumo

Mucinas de alfa-distroglicana (alfa-DG) hipoglicosiladas estão diretamente envolvidas em processos patológicos como distroglicanopatias ("Congenital Muscular Distrophies"- CMDs) e tumores epiteliais, enquanto estruturas O-glicopeptídicas de Antígenos Carboidratos Associados a Tumor ("TACAs"), presentes em mucinas de células malignamente transformadas, são superexpressas em diversos tipos de tumores, sendo consideradas potenciais alvos para o desenvolvimento de vacinas sintéticas antitumorais. Atualmente, não há terapias disponíveis para o tratamento de CMDs e o diagnóstico para estas distroglicanopatias é baseado, principalmente, em manifestações clínicas associadas a métodos limitados de imunohistoquímica. Em se tratando de tratamento e diagnóstico de tumores, no Brasil, as pesquisas direcionadas ao desenvolvimento de vacinas sintéticas antitumorais e ao uso de anticorpos monoclonais ainda são bastante incipientes e defasadas em relação a outros países desenvolvidos.Desta forma, este projeto tem como objetivo fundamental a implantação de uma nova linha de pesquisa transdisciplinar em Glicobiologia na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP-USP), direcionada à síntese química de glicoconjugados miméticos de mucinas de ±-DG e de mucinas tumorais ("TACAs") como ferramentas para a elaboração de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas frente a distrofias musculares e câncer. A consolidação desta proposta deverá ser alcançada mediante a utilização de diferentes métodos de síntese em solução e em fase sólida de glicopeptídeos, associados a ensaios biológicos envolvendo a obtenção de anticorpos anti-±-DG e anti-TACAs por Phage Display, e a ligação dos mesmos a radioisótopos; e ensaios de imunização de modelos murinos e de citometria de fluxo para avaliação de glicopeptídeo de TACAs como potencial vacina antitumoral.