Busca avançada
Ano de início
Entree

Papel das células progenitoras endoteliais na trombose arterial e remodelamento vascular, observando a interferência do Dermatan sulfato, um glicosaminoglicano antitrombótico, neste processo.

Processo: 13/24654-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2014
Vigência (Término): 31 de julho de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Cristina Pontes Vicente
Beneficiário:Denise Pedrosa
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/23640-2 - Papel das células progenitoras endoteliais na trombose arterial e remodelamento vascular, observando a interferência do dermatan sulfato, um glicosaminoglicano antitrombótico, neste processo, AP.R
Assunto(s):Biologia celular   Remodelação vascular   Glicosaminoglicanos   Trombose

Resumo

As células progenitoras endoteliais foram descritas por Asahara e cols, 1997 tendo sido isoladas a partir do sangue periférico. Estas células se originam da medula óssea e podem ser caracterizadas pela expressão CD34, CD133, VEGFR2 e CD31, CD144 e Tie-2, internalização de acLDL (lipoproteína de baixa densidade acetilada) e formação de estruturas semelhantes a vasos em matrizes tridimensionais. Elas podem ser mobilizadas da medula para o sangue periférico alojando-se no local da lesão arterial e se diferenciando em células endoteliais (CE) promovendo assim a re-endotelização do vaso lesionado. Elas podem ainda secretar moléculas que atuem neste processo inibindo a proliferação de células musculares lisas e estimulando a proliferação de CE. A trombose arterial pode levar a isquemia vascular e ao infarto do miocárdio. A recanalização do trombo faz parte do processo de recuperação da lesão arterial, e está diretamente ligada as moléculas a ele associadas. O dermatam sulfato (DS) é um glicosaminoglicano (GAG) que pode atuar como agente antitrombótico, anticoagulante e antiinflamatório inibindo a formação do trombo imediatamente após a lesão arterial. Neste trabalho buscaremos isolar e utilizar uma população de células progenitoras chamadas de progenitoras tardias que serão obtidas a partir da fração de células mononucleares da medula óssea de camundongos e estimuladas in vitro a apresentarem características de CPE, isto é, alta capacidade de proliferação e a presença dos principais marcadores imunofenotípicos deste tipo celular. Iremos então verificar se, in vitro, estas células são capazes de secretar fatores que influenciem na proliferação de CE adultas e na inibição da proliferação de células musculares lisas, podendo desta maneira inferir quais as vias de atuação das células utilizadas como terapia celular na trombose e re-endotelização. Estas células serão testadas em um modelo de trombose arterial utilizando lesão química por cloreto férrico sendo verificado não só seu papel na resolução do trombo arterial, como também na reconstituição do endotélio. Verificaremos também se o DS, obtido de mamíferos, pode influenciar neste processo, já que esta molécula atua diretamente na trombose como descrito anteriormente por nosso grupo e pode atuar mediando a interação destas células com o trombo e também com a parede do vaso lesionado, contribuindo desta forma com a recuperação da lesão arterial.

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (0 total):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)